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Você sabe como surgiu a profissão de comissários de bordo?

Aproveitado o dia do comissário de bordo, comemorado na data de 31 de maio, nós da Aeroflap resolvemos fazer uma bela homenagem a essa essencial categoria da aviação comercial, que durante anos não teve o seu merecido reconhecimento, mas os tempos mudaram e hoje eles são figuras importantes e bem atuantes para as empresas.

Por volta de 1920, quando a aviação ainda dava os seus primeiros passos, utilizando aviões com motor à pistão, alguns passageiros passavam mal durante o voo por diversos motivos como medo, já que viajar de avião era algo recente pra época, ou simplesmente pelo balanço já que as antigas aeronaves voavam muito baixo por falta de tecnologia e etc. Devido a isso os co-pilotos muitas vezes precisaram parar suas funções para atender passageiros durante voo, até que perto dos anos 30 uma enfermeira norte americana chamada Ellen Church, apaixonada pela aviação mas que infelizmente pro período histórico não podia voar, resolveu sugerir a Boeing para que contratasse enfermeiras para dá atenção aos passageiro durante o voo, a ideia deu certo e vingou.

No entanto a Boeing estabeleceu padrões de peso, altura, e que as comissárias não poderiam ser casadas ou terem filhos já que passariam dias fora de casa (sendo uma ofensa pro marido na época). Até que a guerra chegou e as enfermeiras precisaram ir servir o seu país e outras profissionais ocuparam seus lugares, a partir daí a profissão, assim como a aviação, foi ganhando notoriedade e espaço, popularmente as comissárias de voo foram apelidadas de “aeromoças”, já que no geral todas as mulheres que eram comissárias seguiam padrões rígidos de peso, altura e até beleza , tendo muita popularidade e desejo pelas jovens para seguirem essa profissão.

Em meados dos anos 50, os sindicatos começaram a reivindicar melhorias e retirada dos padrões estéticos dos requisitos, e daí em diante a profissão foi tomando os moldes atuais, onde foi incluído homens e o nome aeromoça foi substituído por comissário de bordo, e tornou-se algo muito além de pessoas para servirem refeições aos passageiro, mas também uma peça chave de segurança dos mesmos em casos de acidentes e representando as companhias na área de atendimento durante o voo.

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