Nesta terça-feira (12/06) circulou um rumor sobre a Embraer, afirmando que o presidente Michel Temer tinha dado aval para a nova parceria entre a Boeing e a Embraer.

Uma fonte próxima da negociação, que não quis se identificar, informou à Bloomberg que o negócio está próximo de acontecer, e deverá ocorrer antes da eleição.

A mesma fonte ainda disse que a divisão será realizada nos mesmos moldes apresentado anteriormente, em que as divisões de defesa e jatos executivo ficam fora da Joint-Venture, que terá 20% de participação da Embraer, apesar da mesma entrar com toda a sua linha de aviões comerciais no negócio.

Dessa forma o governo mantém o seu interesse nos negócios estratégicos da Embraer, que não serão afetados pelas decisões da norte-americana Boeing. Mas a Embraer perderá a capacidade de movimentar a equipe de projetistas entre a divisão de defesa e a de jatos comerciais, diminuindo também a capacidade técnica dos seus funcionários.

O mercado reagiu rapidamente, e as ações da empresa deram um salto de 6,12% ontem, indo de R$ 22,88 para R$ 24,78. Às 14h00 de hoje o otimismo permanece, sendo negociadas à 

A divulgação do avanço no negócio fez com que as ações da Embraer, que estavam em um movimento de baixa, subissem 6,12% ontem, indo de R$ 22,88 a R$ 24,78. Às 13h50 de hoje (13/06), o otimismo permanece, sendo negociadas à R$ 24,51.

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