Segundo alguns técnicos, a Infraero teria a sua participação reduzida em alguns aeroportos e manteria sua prioridade em aeródromos de médio porte como Navegantes, João Pessoa, Aracaju, Teresina, Uberlândia, Londrina. A principal proposta é que outros 37 aeroportos de pequeno porte sejam repassados para a administração municipal e em seguida privatizá-los. Estão na lista estão cidades como São José dos Campos e Ilhéus.

Com uma rede ampla de aeroportos que levam de 50 mil a 20 milhões de passageiros, anualmente a Infraero destacou em seus estudos que o Aeroporto Santos Dumont e Congonhas seriam mantidos sob sua administração por questões até óbvias: o lucro.

No entanto os principais aeroportos citados não tem mais capacidade para expansão em ambiente físico, logo eles também requer os investimentos da rede privada, criando assim um modelo híbrido de administração, com a participação de 49% da Infraero. O Aeroporto de Congonhas ainda tem um plano de expansão do seu terminal de passageiros, porém sem aumentar a quantidade de pousos e decolagens por hora.

Na semana passada o Governo Federal anunciou que irá repassar 14 aeroportos para a iniciativa privada em 2017, são eles: Belém, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Foz do Iguaçu (PR), Goiânia, Maceió, Manaus, Porto Alegre, Salvador,  Recife, São Luís e Vitória.

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