O novíssimo Boeing 787-9 Dreamliner da Air France (F-HRBA), e também o primeiro da companhia, já decolou de Everett rumo ao Aeroporto de Paris Charles de Gaulle, com pouso previsto para 08h40 (horário local). A aeronave será recebida no dia 02 de dezembro pela Air France em sua sede principal, na mesma data que a companhia marcou há algumas semanas.

A Air France prepara uma cerimônia especial para receber o 500º Boeing 787 fabricado pela Boeing, o primeiro de sua frota.

Foto - Air France/Divulgação
Foto – Air France/Divulgação

Para a Air France e seus consumidores, a nova aeronave oferece muitos benefícios, como WiFi a bordo, janelas aproximadamente 30% mais largas do que em aeronaves similares e três classes para os passageiros, Business (30 assentos), Premium Economy (21 assentos) e Economy (225 assentos).

Os assentos da Premium Economy serão 2,5 cm mais largo, com almofadas mais confortáveis e parte inferior do encosto reforçada, têm mais espaço para as pernas e aumento de 5 cm entre a distância das poltronas. A estrutura de assentos será fixa, item popular ente os viajantes da companhia, que desfrutarão de melhor qualidade no sono com reclinação de 130° da poltrona, mais espaço entre assentos com apoio de braço 2,55 cm mais largo e mesa que possibilita aos passageiros manter seus livros ou tablets retos.

Foto - Boeing/Divulgação
Foto – Boeing/Divulgação

O Dreamliner vai operar seu primeiro voo comercial entre o aeroporto e a cidade de Cairo, no Egito, no dia 9 de janeiro de 2017. Antes disso, para introduzir a nova aeronave aos seus consumidores, a Air France vai operar 4 voos especiais de boas-vindas nos dias 7 e 8 de janeiro de 2017 em Paris, com 2 horas e 30 minutos de duração. Os bilhetes serão comercializados a partir de dezembro para o mercado francês. O 787 também irá operar voos para Londres de fevereiro até outubro.

Por ser um Dreamliner, o primeiro 787 da Air France tem ainda outras vantagens, alinhadas com preocupações globais envolvendo sustentabilidade. O consumo de combustíveis é reduzido em 20% comparado com modelos anteriores da aeronave e há uma redução significativa nas emissões de CO2 (aproximadamente 20%).

 

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