Foto - Chris Lofting

Depois de anunciar em setembro de 2017 sua intenção de operar voos entre os Estados Unidos e a Europa com um novo tipo de tarifa mais barata, a American Airlines foi a última (das tradicionais dos EUA) que embarcou nesse tipo de serviço.

A nova Basic Economy reduz ainda mais os direitos dos passageiros, em troca oferece uma tarifa um pouco mais barata. A nova tarifa da American Airlines não permite despachar bagagem nesse voo internacional, nem marcar assentos e tão pouco obter o valor pago na passagem em caso de cancelamento.

O embarque desse passageiro será realizado no Grupo 8, o último, exceto quem for cliente elite e do cartão AAdvantage. O passageiro também desembarcará por último, visto que só os assentos na parte de trás no avião estão disponíveis para a Basic Economy.

No serviço internacional as regras são mais brandas, pois na tradicional Basic Economy da American Airlines em voos domésticos nos EUA, os passageiros não podem levar uma mala de mão, nem escolher o próprio assento, bem como é impossível receber pontuação de milhas.

Nem todos os voos da American Airlines terão essa tarifa disponível, somente alguns voos entre a Europa e os Estados Unidos, de acordo com a companhia. Os voos com esse tipo de classe tarifária começarão em abril deste ano.

 

 

As Europeias

Foto – Norwegian/Divulgação

Todo esse assunto começou com as companhias europeias de baixo custo, a Norwegian prometeu ligar a Irlanda até Nova York com o Boeing 737 MAX 8 com passagens a partir de US$ 99, logo após a Primera Air disse que planeja ligar Paris à Nova York com o A321neo LR por apenas US$ 99 também, uma oferta bastante atrativa.

Porém esse baixo custo tem um preço, o despacho de bagagem na Primera Air custa US$ 29, para marcar o assento você paga mais US$ 25, se quiser algo mais espaçoso do que um Ryanair Class é possível pagar 46 dólares, algo bem vindo para pessoas altas em voos de um continente até outro.

Esquecemos, a comida a bordo custa a partir de US$ 40.

É possível observar que ambas as companhias que estão com essa proposta usam aeronaves mais eficientes, em comparação com um Boeing 767-300 ou 757, o próprio A321neo LR que será usado pela Primera Air é uma aeronave com custo por assento até 25% menor em comparação com o A321ceo (antiga geração), e vale lembrar, o A321ceo já é um avião mais eficiente quando comparado ao 757.

 

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