A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) já se organizou para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. No próximo dia 19 de julho, até 22 de setembro, a Agência escala o time de servidores para a Operação Rio 2016. O principal objetivo é garantir a segurança e a tranquilidade do transporte aéreo durante os eventos, assim como ocorreu durante a Copa FIFA 2014. Os aeroportos do Galeão (RJ), Santos Dumont (RJ), Congonhas (SP), Guarulhos (SP), Viracopos (SP), Brasília (DF), Confins (MG), Pampulha (MG), Salvador (BA) e Manaus (AM) vão contar com reforços na fiscalização e na orientação para receber cerca de dois milhões de passageiros, entre atletas, membros de delegações e turistas que devem chegar ao país.

Aproximadamente 500 servidores da ANAC atuarão em duas frentes: na difusão de informações sobre os direitos dos passageiros e na intensificação da fiscalização dos serviços prestados à sociedade pelas empresas aéreas e concessionárias de aeroportos. O desafio, porém, promete ser grande: o fluxo de passageiros e aeronaves deverá aumentar consideravelmente com a chegada dos torcedores e atletas ao Rio de Janeiro, cidade que concentrará 97% das disputas. O número de aeronaves durante os jogos deve aumentar significativamente, sobretudo com relação à aviação geral, que terá seu ápice nas cerimônias de abertura e encerramento.

Estimativas do Comitê Técnico de Operações Especiais (CTOE), da Conaero (Comissão Nacional de Autoridades Aeroportuárias), apontam que somente no dia da abertura do evento (05/08), os aeroportos do Rio registrem entre 900 e 1.000 movimentos de aeronaves executivas.

Segundo o Gerente de Operações da ANAC, Marcelo Lima, a Agência pretende colocar em prática todas as lições aprendidas em operações passadas, dentre as quais as estratégias de coordenação e comunicação com a comunidade aeroportuária; a transmissão de informações relevantes; e a comunicação e coordenação com as demais áreas da ANAC.

“Há medidas importantes em curso, entre elas a adoção da “hangaragem” a céu aberto nos aeroportos do Rio de Janeiro, medida que possibilitará o aumento de posições de estacionamento para a aviação geral”, afirma Marcelo Lima.

 

Fonte – ANAC

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