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Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo., o presidente da ANAC, Marcelo Guaranys, afirmou que a agência irá abrir em fevereiro uma consulta pública com fins de alterar alguns serviços que hoje são obrigatórios com base na opinião do passageiro. Um desses é a franquia de bagagem, que de acordo com o presidente da ANAC, poderia ser diminuída ou retirada para a retirada de custos adicionais para diminuir os custos e baratear passagens aéreas. Atualmente o passageiro tem direito a duas malas em voos nacionais em um total de 23kg, para voos internacionais é de até 32kg.

“Nós vemos que, em outros países, a flexibilidade de bagagem muitas vezes gera, de fato, redução do preço da passagem” disse Marcelo Guaranys, presidente da ANAC.

Na mesma entrevista, Guaranys afirmou que é possível também retirar algumas assistências para o passageiro, como a obrigação da companhia aérea de fornecer alimentação e hospedagem em caso de cancelamento, segundo ele “Precisamos saber que assistência nós achamos adequada para que as passagens não fiquem muito caras e as pessoas continuem podendo viajar”. Atualmente a companhia aérea é obrigada a fornecer alimentação em caso o voo atrase mais de 2 horas, e caso seja cancelado o passageiro que não tiver residência na cidade ganha a hospedagem até a empresa efetuar o transporte proposto.

O presidente da ANAC disse que é possível viabilizar os voos no atual momento da economia, inclusive barateando as passagens no estilo de companhias aéreas do Estados Unidos, que cria as verdadeiras Low Cost, que operam em baixo custo porém cobrando adicionais do passageiro. O esperado no momento é não retirar todas as assistências, mas avaliar as que não tem necessidade de existir, de acordo com Guaranys.

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Pedro Viana

Acadêmico de Engenharia Aerospacial – Editor de foto e vídeo – Fotógrafo – Aeroflap