A subsidiária da Embratel, Embratel Star One, e a empresa americana de construção de satélites Space Systems Loral, anunciaram no início desta semana que a Arianespace será a responsável por lançar o novo satélite geoestacionário da Embratel em 2019.

Com várias antenas e peso total de 6200 kg, o mais pesado a servir o Brasil atualmente, o satélite Embratel Star One D2 terá a compatibilidade com as transmissões nas bandas Ku, Ka, C e X.  São 28 transponders (receptores e transmissores de sinais) em Banda C, 24 transponders em Banda Ku e 20 Gbps de capacidade em Banda Ka.

Será o segundo satélite da frota de quarta geração, denominada família D. Ele também complementará a cobertura de Banda Ka do Star One D1, para atender às demandas de backhaul de telefonia celular

Com a Banda Ku, o satélite irá garantir o fornecimento de capacidade para dados, vídeos e Internet para órgãos do Governo Brasileiro e grandes empresas que atuam nas Américas do Sul e Central, incluindo o México.

A Banda C garantirá a manutenção e crescimento das ofertas de sinais de TV Aberta.

A Banda X é para uso estritamente militar do Ministério da Defesa do Brasil, que atualmente já conta com a Banda X do SGDC, que também foi lançado pela Arianespace neste ano e está entre os satélites mais potentes do Brasil atualmente.

A potência total é de 19,3 KW, e poderá funcionar por mais de 15 anos sem interrupção. O Star One D2 ocupará a posição orbital 70° W depois de atingir a órbita geoestacionária.

Criada em dezembro de 2000 como uma subsidiária da Embratel, possui uma frota com nove satélites, dentre eles o Star One C1, C2, C3, C4, C12, D1 e Brasilsat B2, B3 e B4. O controle e monitoramento dessa frota é feito a partir de seu Centro de Guaratiba (RJ). Com seus satélites, a Embratel Star One disponibiliza ofertas de transmissão de dados, telefonia, TV, rádio e Internet.

A Embratel Star One é a maior operadora de satélites do Brasil e da América Latina.

 

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