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Associações de aviação executiva estão preocupadas com a possível desativação do Aeroporto Campo de Marte

Foto - Infraero/Divulgação

O projeto da prefeitura de São Paulo para a desativação da pista do Aeroporto Campo de Marte pode sofrer em breve uma forte oposição por parte dos aviadores, e neste caso as principais associações da aviação brasileira estão preocupadas com a desativação do maior aeroporto de aviação executiva do Brasil, são em média 6000 mil movimentos de aeronaves por mês.

Assim que tomaram do projeto de concessão da área do Campo de Marte para a prefeitura de São Paulo, o SNA (Sindicato Nacional dos Aeronautas), Abrapac (Associação Brasileira de Pilotos da Aviação Civil), Sneta (Sindicato Nacional das Empresas de Táxi Aéreo), ABTAer (Associação Brasileira de Táxi Aéreo o Oficinas de Manutenção), Acecam (Associação do Aeroporto Campo de Marte), Abag (Associação Brasileira de Aviação Geral) e AOPA (Associação de Pilotos e Proprietários de Aeronaves) se reuniram, na última quarta-feira (2), para debater os impactos ou restrições para as operações aéreas do aeródromo.

As instituições entendem que qualquer restrição às operações aéreas hoje existentes trazem impactos significativos para a sociedade organizada ligada à aviação, e devem ser discutidas com a participação de todos os envolvidos.

Como resultado da reunião, ficou decidido enviar, em conjunto, um ofício à assessoria do prefeito, reforçando o pedido de audiência, para que as instituições tomem conhecimento do projeto pretendido pela prefeitura.

Criação do Parque no Aeroporto Campo de Marte

A expectativa é de que o parque possa ser utilizado para atividades esportivas, culturais e de recreação, além de receber a visita de moradores e turistas. Com cerca de 30 mil metros quadrados, o museu deverá contar com um grande acervo de aviões, fotos, publicações e relíquias da história da indústria e de personagens da aviação brasileira.

A previsão é de que a partir da assinatura do protocolo em, no máximo, 90 dias, haja a formalização do termo de cessão da área e o lançamento das pedras fundamentais do parque e do museu.

A Prefeitura de São Paulo ainda não definiu um plano para a desativação das operações com aeronaves de asa fixa no Campo de Marte, a previsão é que em 2019 o aeroporto só receba helicópteros, e que sua pista seja usada somente para ocasiões especiais, e para o museu.

Via – SNA

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Redação Aeroflap

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