Um ATR 72-600 da BRA, uma companhia aérea da Suécia, decolou do aeroporto de Estocolmo-Bromma hoje (01/02) para Umeå com 45% de óleo de cozinha usado não fóssil, marcando o primeiro voo movido a biocombustível de um avião da ATR.

A BRA fornece um serviço aéreo essencial para ligar o principal centro de Estocolmo-Bromma a doze regiões suecas. Os ATRs do BRA proporcionam uma vantagem de desempenho incomparável com condições climáticas adversas.

Christian Clemens, diretor executivo da BRA, declarou: “A Suécia está atualmente debatendo um novo imposto sobre a aviação. Terá um impacto mínimo sobre as emissões e, infelizmente, diminuirá o ritmo em que podemos continuar a tornar a aviação mais sustentável. . O ATR 72-600, especialmente se alimentado por biocombustível, é o transporte ideal em muitas das nossas rotas e apresenta os mais altos padrões de cuidado ambiental.”

A companhia aérea está particularmente comprometida com a preservação do meio ambiente e já começou a substituir seus aviões Saab 2000 pelo moderno ATR 72-600, reconhecido como o avião mais eficiente em termos de consumo de combustível no mercado regional.

Foto – ATR/Reprodução

Várias iniciativas de pesquisa e desenvolvimento estão atualmente em andamento na Suécia para produzir biocombustíveis de diferentes tipos de madeira. Na Suécia, as florestas cobrem mais de 50% do país e crescem a uma taxa de 120 milhões de metros cúbicos por ano. Para realizar todo o tráfego aéreo doméstico da Suécia com biocombustíveis a partir da madeira o uso seria de apenas 2% dos 120 milhões de metros cúbicos por ano, sendo assim uma iniciativa viável e amigável com a natureza. 

A ATR incentiva o uso de combustíveis alternativos e oferece suporte aos clientes e governos locais no desenvolvimento de um plano de negócios abrangente, desde seleção de combustível até roteamento, certificação e disponibilidade para operações sem costura.

Christian Scherer, CEO da ATR, declarou:” O desafio de hoje é obter uma grande produção de biocombustíveis a custos acessíveis, evitando ao mesmo tempo um impacto negativo no ambiente. Companhias aéreas da Suécia, como a BRA, podem aproveitar a enorme expansão de suas florestas, juntamente com a operação de turboélices para atingir o ambicioso objetivo de reduzir para metade as suas emissões de CO 2 até 2025.”

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