Esse pode parecer o avião mais estranho do mundo, mas é unanime, quando um se aproxima de você chega dá medo, parece um objeto alienígena, visto em filmes de ficção.

Mas o projeto do Osprey é quase tão antigo quanto o próprio Chinook, outro helicóptero emblemático, isso pode ter ajudado essa aeronave militar, produzida de forma limitada, atingir a marca de 400 mil horas de voo, incluindo também as variantes CV-22 e MV-22, essa última capaz de pousar em porta-aviões.

Apesar de ter feito seu primeiro voo de 1989, você deve imaginar que um helicóptero com motores móveis deu um baita trabalho, e por isso o V-22 só entrou em operação anos depois, em 2007 através do Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos (USMC).

Foto – USAF

Atualmente, com a tecnologia toda desenvolvida, o V-22 é uma aeronave real, que transpassou barreiras para estrear uma configuração única, e que demonstra ser bem versátil e confiável até os dias atuais. É um avião da década de 80 que até hoje mostra sua capacidade de pousar em qualquer lugar.

Com o V-22 é possível realizar difíceis missões de desembarcar rapidamente soldados para ataque, em uma missão chamada de “Assault” na língua inglesa. Além disso é possível realizar um conjunto enorme de ajuda humanitária, devido à grande capacidade de transportar cargas, esse ponto puxa outro, transportar munição com o V-22 é muito fácil.
 

Desde a entrada em serviço, o V-22 foi colocado em inúmeras missões em todo o mundo, incluindo evacuação em acidentes, recuperação tática de aeronaves e pessoal, assistência humanitária/assistência em caso de desastre, reabastecimento, transporte VIP e cooperação de segurança.

Foto – USAF

O Bell Boeing V-22 Osprey é um avião de combate capaz de realizar serviços em conjunto, com várias capacidades de decolagem com ajuda da tecnologia tiltrotor para combinar o desempenho vertical de um helicóptero com a velocidade e alcance de um avião de asa fixa turboélice. Com seus rotores na posição vertical, pode decolar, pousar e fazer passagens baixas como um helicóptero.

No ar, suas naceles podem ser giradas para transição da aeronave para um avião turboélice capaz de realizar voos de alta velocidade e alta altitude. Em solo, depois do pouso, as asas recolhem e giram 90º rumo à fuselagem, diminuindo o tamanho do avião.

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