A Emirates Group anunciou hoje seu 29º ano consecutivo de lucro e expansão estável de negócios. O Grupo anunciou um lucro de US$ 670 milhões para o ano fiscal encerrado em 31 de março de 2017, uma queda de 70% em relação ao lucro recorde do ano passado. A receita do Grupo US$ 25,8 bilhões, um aumento de 2% em relação aos resultados do ano passado.

Em linha com o atual clima de negócios e para apoiar os planos de investimento futuros do Grupo, nenhum pagamento de dividendos será feito à Corporação de Investimento de Dubai (ICD) sobre os anos de 2016 e 2017, no mesmo período o Grupo investiu coletivamente US$ 3,7 bilhões em aeronaves e equipamentos novos, aquisição de empresas, instalações modernas, tecnologias de ponta e iniciativas de equipe.



A capacidade total de passageiros e carga da Emirates atravessou a marca de 60 bilhões, para 60,5 bilhões ATKMs no final de 2016-17, consolidando sua posição como a maior transportadora internacional do mundo. A companhia aérea aumentou a capacidade durante o ano em 4,1 bilhões de toneladas disponíveis por quilômetro (ATKMs), ou 7% em relação a 2015-16.

Durante esse período a Emirates recebeu 35 novas aeronaves, são elas 19 do modelo A380 e 16 Boeing 777-300ER. Ao mesmo tempo, 27 aviões mais antigos foram eliminados, elevando sua frota total para 259 no final de março, em 2016 a Emirates padronizou sua frota e agora opera somente com aeronaves 777-300ER e A380. A movimentação envolvendo 62 aeronaves foi o maior programa já alcançado em um ano e reduziu significativamente a idade da frota da Emirates para 63 meses, comparada com 74 meses no ano passado, e a média de 140 meses.

Em 2016 a Emirates lançou seis novos destinos de passageiros: Fort Lauderdale, Hanói, Newark, Yangon, Yinchuan e Zhengzhou; e um novo destino adicional de cargas: Phnom Penh. Também acrescentou serviços e capacidade a nove cidades em sua rede de rotas existente em toda a África, Ásia, Europa, Oriente Médio e América do Norte, oferecendo aos clientes ainda maior escolha e conectividade.

 

Custos da Emirates Airline

Foto – SAM CHUI/Reprodução

Os custos operacionais totais aumentaram 8% ao longo de 2015-16. O preço médio do combustível para aviação diminuiu ligeiramente durante o ano fiscal. Mas devido a uma elevação de 8% com o aumento de capacidade da frota, a conta de combustível da companhia aérea aumentou 6% em relação ao ano passado para US$ 5,7 bilhões. O combustível é agora 25% dos custos operacionais, comparado a 26% em 2015-16, mas se manteve o maior componente de custo para a companhia aérea.

A Emirates transportou um recorde de 56,1 milhões de passageiros (+ 8%), e atingiu um taxa de ocupação de 75,1%. O declínio no fator de assento de passageiros em relação ao ano passado, que foi de 76,5%, é relativo ao forte aumento de 10% na capacidade de assento por assento disponível por quilômetros (ASKMs), e também em parte devido à persistente incerteza econômica e à forte concorrência em muitos mercados.

Sob pressão por causa do enfraquecimento de todas as principais moedas em relação ao dólar norte-americano, o rendimento de passageiros caiu para 6,7 centavos de dólar por Receita de Passageiro por Quilômetro (RPKM). Para financiar seu crescimento de frota em um ano de entregas de aeronaves recordes, a Emirates levantou US$ 7,9 bilhões, usando uma variedade de estruturas de financiamento.

 

Resultado Geral

Foto – Dnata/Reprodução

Através das suas mais de 80 subsidiárias e empresas, o Grupo aumentou a sua força de trabalho total em 11% para mais de 105 mil colaboradores, representando mais de 160 nacionalidades diferentes. Atualmente a Emirates também atua em serviços de solo nos aeroportos, com a Dnata, com o transporte de cargas via ar, com a Emirates SkyCargo, a transportadora de produtos farmacêuticos, Emirates SkyPharma, e também uma divisão que cuida de hotéis.

Todas essas subsidiárias citadas acima apresentaram crescimento da receita no ano fiscal que foi de Março de 2016 até Março de 2017.