O Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Nivaldo Luiz Rossato, visitou neste sábado (20/08) a Sala Master de Comando e Controle, instalada no Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea (CGNA), no Rio de Janeiro.

O coordenador da sala, Brigadeiro do Ar Luiz Ricardo de Souza Nascimento, e o Chefe do CGNA, Coronel Luiz Roberto Barbosa Medeiros, detalharam como está sendo conduzida a operação neste final de Jogos Olímpicos Rio 2016, quando há um aumento da carga de tráfego aéreo.

A expectativa é que o dia 22 de agosto, próxima segunda-feira, um dia após a cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos, concentre a maior quantidade de movimentos aéreos no Aeroporto Internacional do Galeão. Esse aumento é decorrente do regresso de chefes de Estado, delegações de atletas, família olímpica e turistas aos seus países de origem.

O Comandante da Aeronáutica destacou que o trabalho de coordenação realizado na Sala Master, que envolve órgãos públicos e agências governamentais que possam ter alguma influência sobre os voos dos Jogos Olímpicos, é fruto de planejamento e treinamento. “A Sala Master e o CGNA é um exemplo de trabalho bem feito, de treinamento, de dedicação 24 horas por dia, sete dias da semana. É uma satisfação e um orgulho muito grande saber que todo esse trabalho faz parte da Força Aérea”, observou o Tenente-Brigadeiro Rossato.

A integração nas áreas de defesa aérea e o controle de tráfego aéreo também foram elogiados pelo comandante. Segundo ele, a interação e os treinamentos no Instituto de Controle do Espaço Aéreo (ICEA), em São José dos Campos, trouxeram um resultado positivo.

“O legado é indiscutível, uma melhoria da qualidade do nosso controle do espaço aéreo e também da defesa do nosso território”, comemora. Brigadeiro Rossato também comentou sobre o índice de pontualidade dos voos – em torno de 95%, mesmo com as áreas de exclusão ativadas, fechamento do Aeroporto Santos Dumont durante algumas provas e com aumento do volume de tráfego.

“Isso é uma das grandes satisfações que nós temos, que os estudos que foram feitos, que os planejamentos se confirmaram na prática. Então, é a demonstração da evolução dos nossos equipamentos e dos nossos militares que trabalham nessa área”, acrescenta.

Para os Jogos Paralímpicos, o comandante da Aeronáutica assegura que o trabalho continua. “A conduta da FAB será a mesma que vem sendo mantida desde o início dos Jogos Olímpicos. Só termina essa missão no dia que o último atleta paralímpico tiver saído do Brasil”, finaliza.

Via – Força Aérea Brasileira

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