Uma nova cobrança poderá ser criada pelas companhias aéreas, tudo devido ao estudo realizado por dois professores de direito dos Estados Unidos, que fizeram uma pesquisa com os passageiros para verificar a disponibilidade de cada um que verifica a disponibilidade de cada um sobre a cobrança para reclinar o assento.

De acordo com o estudo apresentado, os passageiros estariam dispostos a pagar até 12 dólares para poder reclinar o seu assento, isso pode criar, logicamente, uma nova categoria de cobrança em companhias aéreas Low Cost, muito como nos EUA e Europa, visto que o número de assentos das mesmas estão no limite de capacidade das aeronaves que operam, a Ryanair opera o 737-800 com 189 assentos, a capacidade máxima da aeronave.

O estudo também cria uma competição de preço, onde o passageiro do assento atrás pode pagar mais para permitir que você não recline a poltrona, mas que ele consiga reclinar. Bem como o passageiro que está sentado atrás pode pagar até 14 dólares para que o passageiro do assento da frente não recline sua poltrona.

Os professores também criaram um estudo para saber se os passageiros desejam disputar as bebidas a bordo em preço, ao invés de obtê-las gratuitamente ou pagando um valor fixo. É um esquema bem semelhante a um leilão.

“A maioria das companhias aéreas ainda distribuem bebidas gratuitas e, às vezes, sacos de pretzels, talvez eles devam cobrar por eles e permitir que os passageiros os comprem”, disseram Christopher Buccafusco e Christopher Jon Sprigman. 

Apesar disso a dupla acredita que as pessoas ainda são humanas, e não desejam resolver impasses de convivência na base do dinheiro. “A maioria não é economista, e eles têm alguma resistência ética à ideia de fazer toda transação humana em uma transação de dinheiro. Esta intuição é provavelmente baseada na ideia de que, em muitos cenários, as pessoas são apenas mais agradáveis ​​uns aos outros, se o dinheiro não faz parte da discussão.”

Esse estudo vem logo após a American Airlines relatar que precisou colocar três fileiras do seu 737 MAX com 1 polegada a menos de espaço para as pernas, visto que a companhia decidiu aumentar a capacidade das outras classes na sua nova aeronave. Além de problemas com passageiros a bordo, que geraram brigas durante o voo.

 

Via – The Independent e InfoMoney

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