Na última terça-feira, dia 4 de julho, a Coréia do Norte lançou um míssil balístico intercontinental, de acordo com informações da agência de notícia estatal do país, o míssil norte-coreano voou a 900 quilômetros por hora com duração total de 39 minutos e atingiu uma altitude de 1740 milhas, assim como relatam as fontes da Coreia do Norte.

Mas há controversas, a Rússia disse que o radar Voronezh na região de Irkutsk verificou algo diferente dos relatos norte-coreanos, o próprio Ministério da Defesa da Rússia informou que o míssil Hwasong-14 voou por apenas 14 minutos e a uma distância de 500 quilômetros, valores esses bem abaixo dos divulgados pela Coreia do Norte.

O Ditador norte-coreano Kim Jong-Un acompanhou o teste balístico desde o lançamento, o míssil Hwasong- 14 caiu em águas no mar do Japão, o que provocou respostas dos japoneses e da ONU, que fizeram uma reunião de emergência na última quarta-feira. Países como os EUA, França e Reino Unido pediram à ONU uma medida nova de sanções e a Rússia discordou.

No final de mais um teste da Coreia do Norte o mundo volta a ficar atento aos testes do ditador Kim Joung-Un, pois até o momento só houve ameaças, mas há possibilidade de ocorrer ataques em alvos específicos, como o Japão.

Durante um pronunciamento oficial para a imprensa, após um treinamento com bombardeiros B-1B e caças da Coreia do Sul e do Japão na fronteira da Coreia do Norte, a Força Aérea Americana disse que está comprometida com a segurança dos seus parceiros na região, citando diretamente os dois países mais afetados com esses testes da Coréia do Norte. Vale lembrar que o dia 4 de julho representa o Dia da Independência dos Estados Unidos.

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