A Emirates Airline sofreu os primeiros efeitos da era Trump nos Estados Unidos, ela teve que mudar de última hora parte de sua tripulação escalada em voos para os EUA, isso devido a ordem do atual presidente americano Donald Trump, que inclui banir a entrada no país de qualquer pessoa das sete nacionalidades divulgadas (iraquianos, iranianos, líbios, somalis, sudaneses, sírios e iemenitas), a maioria árabes e que seguem o Islamismo.

Apenas cidadãos que possuem visto diplomático e Green Card, residência permanente por lei, podem adentrar no país. A medida não afeta apenas os tripulantes da Emirates, passageiros também estão sujeito a ordem de Trump, devido a esse fator a companhia aérea com base em Dubai fez ajustes internos para se adequar a situação.

Vale deixar claro que devido à nacionalidade dos tripulantes da Emirates o impacto não foi tão elevado, visto que a maioria dos tripulantes são estrangeiros, e não nativos dos Emirados Árabes Unidos. Atualmente a Emirates tem cerca de 23000 comissários e cerca de 4000 pilotos no seu quadro de tripulantes, a Emirates voa para 11 cidades dos EUA a partir de Dubai, estão entre elas New York, Washington DC e Los Angeles.

Um 12º  destino para os Estados Unidos será implementado em março deste ano.

Outras companhias árabes como a Qatar e Etihad também devem seguir a ordem, porém a Etihad ainda não se manifestou sobre, já a Qatar publicou em seu site uma nota informando os clientes sobre tal medida vinda de Trump.

O presidente Donald Trump assinou na sexta-feira uma ordem de suspensão da entrada de pessoas do Irã, Iraque, Líbia, Somália, Sudão, Síria e Iêmen por pelo menos 90 dias. Só poderá entrar passageiros com Green Card ou visto diplomático.

 

 

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