Em 2016, a FAB fechou com um total de 190 órgãos transportados em 130 missões, envolvendo cerca de 550 horas de voo.

“Não havia uma orientação sobre como proceder e os pedidos de transporte de órgãos contavam com o engajamento voluntário dos comandantes, além da disponibilidade de meios”, disse o Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Nivaldo Luiz Rossato.

Nos últimos dias do ano passado, dois casos de transporte chamaram atenção. Na noite de Natal, um fígado e um rim foram transportados de Goiânia (GO) para transplante em Guarulhos (SP).

“Vamos dar um presente de Natal para quem precisa”, ressaltou o Chefe da Seção de Operações do Quarto Esquadrão de Transporte Aéreo (4º ETA), Major Wanderson Marcos de Freitas, na ocasião. Já no dia 27 de dezembro, foi a vez de um menino de 7 anos receber um novo coração. O órgão foi transportado de Natal (RN) para Brasília (DF).

Apenas nos cinco primeiros dias de 2017, a Força Aérea Brasileira (FAB) já realizou três transportes de órgãos para transplantes. No dia 1º de janeiro, um coração foi transportado de Blumenau (SC) para um paciente em Curitiba (PR); no dia 2, uma aeronave da FAB transportou um fígado de Porto Seguro (BA) para o Rio de Janeiro (RJ); e outro fígado foi levado de Maceió (AL) para Fortaleza (CE) no dia 4.

A assinatura do decreto 8.783, da Presidência da República, em junho do ano passado, determina que uma aeronave esteja sempre à disposição na capital federal para essas missões. Além disso, a Força Aérea utiliza outros aviões lotados por todo o País, dependendo do trajeto a ser atendido.

 

Fonte – Força Aérea Brasileira

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