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Gulfstream irá reduzir 7% de seu quadro de funcionários

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A Gulfstream está reduzindo seu quadro de trabalho em quase 7%, a medida foi tomada um mês antes de entrar em vigor o plano de produção para o ano de 2016. O lay-off de final de ano inclui cerca de 600 funcionários contratados diretamente e cerca de 500 funcionários indiretos, diz a Gulfstream.

De acordo da empresa a medida visa “racionalizar o negócio para posicionar a Gulfstream rumo ao sucesso no mercado”. O movimento marca a primeira mudança de equipe desde 2010, quando a empresa anunciou planos para contratar até 1.000 trabalhadores ao longo de um período de cinco anos. Na época, a empresa estava a aumentar as taxas de produção do G450 e G550, ao mesmo tempo em que estava completando a certificação do modelo G650, que agora está na linha de produção, e concentrando forças no jato médio G280.

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Em 2010 a Gulfstream também tinha desconsiderado a concepção e desenvolvimento de dois novos jatos de cabine grande e longo alcance, o G500 e G600. Como os modelos G500 e G600 entram em serviço em 2018 e 2019, respectivamente, os funcionários da Gulfstream têm enfatizado que esses novos jatos se destinam a complementar a linha de executivos da fabricante, e não substituir os já existentes G450 e G550.

Mas a queda da demanda no segmento de jatos executivos de cabine grande já forçou a canadense Bombardier, a cortar quase metade da produção de seus modelos Global de 5000 e Global 6000. Até agora, a Gulfstream tem sido capaz de manter as entregas do G450 e G550 em um ritmo constante. Mas a empresa indica que as entregas combinadas de G450 e G550 diminuiu de 80 aeronaves no ano de 2013, para 67 em 2014.

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Com quase um mês para o final de ano, a Gulfstream já entregou 48 unidades dos jatos G450 e G550 até agora em 2015. Mas as taxas de entrega podem variar dependendo da demanda do cliente após a conclusão das aeronaves que estão na linha de produção.

“Nossa taxa de produção permanece praticamente inalterada para este ano”, diz a Gulfstream. “Estamos avaliando as taxas de produção de 2016 agora, e não podemos fazer qualquer comentário sobre as taxas de para o ano que vem”.

About the author

Pedro Viana

Pedro Viana

Acadêmico de Engenharia Aerospacial - Editor de foto e vídeo - Fotógrafo - Aeroflap

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