Após o caso da Germanwings ser concluído acusando o piloto de suicídio, que levou também a causar um acidente com um A320 que continha 150 pessoas a bordo. Os investigadores franceses recomendaram para o governo aumentar a rigidez necessária para os exames de saúde, principalmente o psicológico, que avalia a condição mental dos pilotos.

A agência de investigação na França, chamada abreviadamente de BEA, disse que o piloto havia recebido uma recomendação de um médico para procurar uma solução de um psiquiatra para tratar a depressão, cerca de 2 semanas antes do acidente. Nenhum dos médicos que atendiam o piloto relataram a situação para autoridades de aviação, impedindo de evitar o acidente com a aeronave da Germanwings, caso as autoridades fossem avisadas imediatamente, o certificado do piloto seria suspenso até a normalização de seu estado.

O Conselho, que investigou o acidente, realizou uma chamada para a Comissão Europeia e a OMS para a elaboração de regras para obrigar os médicos informar as autoridades quando a saúde de um paciente pode causar algum impacto na segurança pública, que inclui pilotos de aviões, comissários e motoristas de ônibus.

A BEA também está conversando com as companhias aéreas para garantir o emprego dos pilotos, que não seriam prejudicados por sua condição de saúde. Lubitz, o piloto que sofria depressão e causou o acidente se trancando no cockpit, tinha medo de perder seu emprego, por isso não avisou a Germanwings de seu problema psicológico, aliás em seu registro havia uma observação quanto a recaída de depressão, que anularia seu certificado imediatamente.

O órgão investigador disse que a Alemanha não deve esperar por uma ação em toda europa, para lembrar que todos os médicos alemães têm a opção de quebrar a confidencialidade médica e notificar os riscos de segurança pública.

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