Sara Celeste Farfan Garcia estava viajando na classe executiva da Copa Airlines, em um Boeing 737 da companhia do Panamá até Lima, porém os seus familiares estavam viajando na classe econômica, incluindo o seu filho. Mas uma situação indelicada ocorreu no voo em que a Sara estava.

Como o ambiente da aeronave estava frio, Sara decidiu pegar seu cobertor da classe executiva e levar ao seu filho, que estava na classe econômica do voo junto com os outros familiares de Sara. Uma comissária tentou repreender essa atitude da mãe, dizendo que tal procedimento não era permitido pela companhia e que os serviços da Classe Executiva são exclusivos. Para esse voo, na classe econômica não havia a presença de cobertores para os passageiros.

A mãe relatou que a comissária tomou o cobertor da sua mão e fez ela retornar para a classe executiva. No destino a comissária chamou uma equipe policial que levou Sara para uma delegacia. A mulher disse em uma publicação no Facebook, que está anexada abaixo, sobre a presença de quatro policiais dentro da aeronave para conduzir sua família até a delegacia na capital do Peru.

A Copa Airlines negou as acusações de que a comissária foi indelicada com a Sara e seu filho. Já a mulher resolveu processar a companhia por tratar com indelicadeza a situação, relatando danos psicológicos para toda a sua família.

 

Via – UOL

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