Como sempre, o Lockheed Martin F-35 está com mais um contrato de alto valor firmado, dessa vez a Marinha dos Estados Unidos realizou um contrato de 1 bilhão de dólares para a prestação de serviços de logística e manutenção para as aeronaves F-35 da U.S. Navy.

Esse contrato ainda engloba a parte de manutenção da aeronave em solo (checks) e treinamento para pilotos e mecânicos da Força Aérea dos Estados Unidos, Marinha e Corpo de Fuzileiros Navais. O valor desse contrato é pequeno se comparado com o estimado pelo Escritório do Programa Conjunto do F-35, no total sustentar todas as aeronaves F-35 durante seu período de atividade pode custar até US$ 891 bilhões, por isso é muitas vezes citado como a aeronave de um trilhão de dólares.

Recentemente a Lockheed Martin prometeu a diminuição dos custos de aquisição para as aeronaves F-35, isso após uma reunião com o presidente norte-americano Donald Trump. A fabricante do caça já havia dito que iria reduzir o custo do F-35A para uma média de US$ 80/85 milhões por unidade em até dois anos, ou seja, em 2019. Anteriormente o valor era de US$ 102 milhões já incluindo o motor do F35. 

O custo total de desenvolvimento do caça F-35 foi divido entre vários países parceiros, o Estados Unidos ficaria responsável pelo gasto de US$ 395 bilhões para projetar e comprar 2457 aeronaves de combate, 200 bilhões a mais do que o valor estimado inicialmente. A Lockheed Martin ameaçou até mesmo extrapolar o custo de 1,1 trilhão de dólares para desenvolver e construir as unidades do F-35, a aeronave logo ficou famosa por ser o projeto mais caro da indústria militar americana recente.

O F-35 é um caça de quinta geração que se destaca por sua versatilidade de projeto, atualmente ele tem três versões disponíveis para entrega. A primeira (F-35A) é de uso comum para combate aéreo, a segunda versão (F-35B) tem capacidade de pousar na vertical a partir de um sistema com direcionamento de fluxo de ar, uma terceira versão (F-35C) é capaz de ser utilizada em porta aviões e suporta o trilho de aceleração e frenagem.

 

Via – FlightGlobal

 

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