A USAF realizou uma revisão para a vida útil de todas as suas aeronaves Lockheed F-35 Lightning II, o resultado foi um acréscimo de 6 anos de serviço em frota, nesse meio tempo também está previsto a instalação de packs, com diversas atualizações para os equipamentos on-board e softwares do F-35.

Em um plano apresentado para o Pentágono, que foi publicado em 25 de março, a Força Aérea dos Estados Unidos e a Marinha demonstraram o interesse em aumentar o número de horas voadas em toda a frota de F-35, dessa forma o custo com desenvolvimento, construção, baseando-se, operação e manutenção aumentou 6,8% quando comparado ao mesmo período do ano passado. Grande parte desse aumento foi causado pela Força Aérea Americana que anunciou um aumento para 1,3 milhões de horas voadas até 2070 com a sua frota de 1763 F-35, já a Marinha decidiu por aumentar somente para 300 mil horas voadas até essa data.

O General-Chefe do programa F-35 na USAF, Christopher Bogdan, está agindo para conseguir uma redução de até 30% nos custos operacionais, que inclui também baratear a produção e manutenção da variante A do F-35, que de acordo com ele é a menos complexa de se construir e desenvolver. Se a meta proposta pelo general for atingida seria possível adquirir um F-35A por cerca de 80 milhões de dólares em 2019.

A USAF para colaborar com a redução de custos a pedido do governo, anunciou que seria possível estender o programa do F-35 por mais 6 anos, porém com uma meta inicial de 2 anos além de 2064 para a vida operacional do jato.

 

Fonte – FlightGlobal

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