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Workshop Gol para imprensa – Iní­cio do 2º dia.

Tripulação, depois de muitos detalhes sobre a GOL no primeiro dia, iniciamos o segundo dia de workshop, esse segundo dia é bem mais técnico, explicando os processos de manutenção da Gol, alguns custos de reparo, como é feito o planejamento da manutenção para a copa e claro, fomos conhecer o centro de manutenções da GOL, que por se dizer, é enorme, muito grande, de 3 hangares separados para manutenção, 2 serve para manutenção em geral, o outro serve em sua maioria para pintura.

Começamos bem, acordando muito cedo, logo mais iríamos pegar um vóo para CNF (Confins) partindo de CGH (Congonhas), esse voo em questão foi reservado somente para a imprensa presente no workshop, mais ou menos 35 pessoas entre imprensa, tripulação e diretores. O voo foi tranquilo, FL370, comandado pelo Marcelo Dutra, que ministrou sobre treinamento da tripulação no dia anterior, sem turbulência, e de café da manhã o típico lanche que a Gol vende, sanduíche, com opção de suco, café, refrigerante ou água, mais uns aperitivos de amendoim (clássico) e biscoitos tipo americano. Top, sem mais comentários.

Foi um voo didático, o comandante explicou cada procedimento que a tripulação faz durante o voo (ao vivo, “tripulação esse barulho é do trem de pouso sendo recolhido”), e quando em cruzeiro foi na cabine responder as dúvidas dos jornalistas, teve também uma degustação da fonia da app de Belo Horizonte ao vivo no PA da aeronave, e novamente sem comentários para isso, algo totalmente fora do comum esse contato da tripulação técnica com passageiros e que anima muito o voo.

Lanche oferecido durante o voo, para um lanche pago, qualidade boa.
Lanche oferecido durante o voo, para um lanche pago, qualidade boa.
Winglet do 738 Gol+.
Winglet do 738 Gol+.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto da equipe no cockpit - Caio Lazari
Foto da equipe no cockpit – Caio Lazari
Foto da equipe no cockpit - Pedro Viana
Foto da equipe no cockpit – Pedro Viana

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Chegamos em CNF, passamos em frente ao centro de manutenção da GOL, e desembarcamos, mas antes fotos da equipe no cockpit, de lá seguimos em um ónibus da Gol para o centro de manutenção que fica colado no terminal de Confins, primeiramente fomos recebidos pelo Alberto Correnti , diretor de manutenção, que ministrou sobre os processos de manutenção da Gol, o planejamento, e abordando um pouco mais sobre valores.

 

Alberto Correnti - Diretor de manutenção da GOL.
Alberto Correnti – Diretor de manutenção da GOL.

Depois de conhecer melhor os processos de manutenção fomos visitar os hangares do principal centro de manutenção da GOL, que são dois, um em CGH, que não faz alguns serviços de motores (GMP) em certos horários, por conta da restrição de silêncio em CGH e também os de pintura, por curiosidade, o espaço da GOL em CGH é praticamente o mesmo que era da Varig. Em CNF como já dito, são 3 hangares, o primeiro com capacidade para 3 737-800, o segundo com capacidade para 1 737-800 e o terceiro com capacidade para 5 aeronaves 737-800, e lá é que são feitos todos os serviços, do menor ao maior, também é homologado para receber aeronaves de outras companhias, como por exemplo os 737 da Copa Airlines que vem ao Brasil e os 737 da Aerolíneas, por isso é indicado como principal centro. Além dos hangares a GOL tem oficinas que realizam processos de recuperação internos, como a de interiores (ao lado do hangar de pintura), e que restaura pneus e freios (ao lado do hangar 1).

Os próximos posts meus sobre o workshop serão detalhando melhor como é a manutenção de uma frota de 144 aeronaves e os planejamentos para a copa do mundo, de forma que esteja disponível o máximo de aeronaves para os voos extras.

Terminando o post com honra a bandeira….

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About the author

Pedro Viana

Pedro Viana

Acadêmico de Engenharia Aerospacial - Editor de foto e vídeo - Fotógrafo - Aeroflap

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