7ª rodada de concessão de aeroportos do governo terá 16 terminais

Aeroporto de Congonhas
Aeronaves ocupam até mesmo as áreas de portões de embarque do Aeroporto de Congonhas.

O Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (CPPI) aprovou nesta quarta-feira (2) a qualificação de 35 novos projetos do Ministério da Infraestrutura (MInfra).

Entre os projetos aprovados está a concessão de 16 aeroportos, incluindo Congonhas e Santos Dumont, e a desestatização da Companhia Docas da Bahia (Codeba) até o fim de 2022.

As aprovações aconteceram durante a 14ª reunião do conselho, em Brasília, que foi presidida pelo presidente Jair Bolsonaro.

De acordo com a Secretária de Fomento, Planejamento e Parcerias do MInfra, Natália Marcassa, a reunião qualificou importantes projetos para a infraestrutura do país.

Aeroportos
Foto – Infraero/Reprodução

“Hoje qualificamos 35 importantes projetos, que têm um potencial inicial de R$ 6,4 bilhões de investimentos e de geração de mais de 100 mil empregos”, enfatizou.

No setor aeroviário, foram qualificados 16 aeroportos que fazem parte da 7ª rodada de concessões, divididos em 3 blocos (Blocos RJ-MG: Santos Dumont/RJ, Jacarepaguá/RJ, Uberlândia/MG, Montes Claros/MG, Uberaba/MG; Bloco SP–MS: Congonhas/SP, Campo de Marte/SP, Campo Grande/MS, Corumbá/MS, Ponta Porã/MS; Bloco Norte II: Belém/PA, Santarém/PA, Marabá/PA, Carajás/PA, Altamira/PA, Macapá/AP), e outros 8 aeroportos regionais do Amazonas que serão objeto de uma PPP, a primeira aeroportuária a ser realizada pelo Governo Federal.

 

VIRACOPOS

Foi aprovada a resolução Ad Referendum do Conselho, que decidiu pela ausência de vantajosidade da transferência à nova concessionária da dívida do atual concessionário, o Aeroporto Internacional de Viracopos (SBKP).


Segundo mais importante do Brasil no setor de cargas (em volume), o aeroporto é essencial na dinâmica da economia do país, como indutor do desenvolvimento de Campinas e região, devido ao apoio logístico ligado às operações industriais que oferece como parte das estratégias de concorrência das grandes empresas instaladas no Brasil, especialmente aquelas que atuam no comércio internacional. Sua relicitação foi decretada em julho pelo presidente Jair Bolsonaro com o objetivo de resolver a crise financeira do terminal.

 

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