Nesta segunda-feira (16/07) a Embraer e a United apresentaram uma nova encomenda para 25 aviões do modelo E175-E1, em um acordo que pode ter valor total de US$ 1,1 bilhão.

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As ações da Embraer na Bovespa (EMBR3) logo demonstraram uma reação ao contrato fechado pela empresa brasileira, e fecharam o dia com valorização de 1,65%, com valor de R$ 21,00 por ação.

De acordo com analistas do mercado financeiro, esse é um ponto positivo, visto que a encomenda da United representa a continuidade de fabricação dos E-Jets nos próximos anos, e correspondem à 3% da carteira de pedidos da empresa. Logicamente isso reforça o faturamento e o lucro que a Embraer poderá obter no futuro.

As ações da empresa desvalorizaram 18% desde o anúncio da Joint-Venture com a Boeing.

 

GOL e o Boeing 737 MAX 10

Enquanto isso a GOL se beneficiou do menor preço do petróleo, que influencia o preço do combustível, além da sua encomenda para mais 15 aviões 737 MAX 8, e a conversão de 30 delas para o 737 MAX 10.

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Com esse aumento das encomendas da GOL, o mercado entendeu que a companhia está pronta para uma futura expansão da oferta, que logicamente é derivada da maior demanda no mercado brasileiro.

“Este novo pedido reforça a estratégia de reduzir custos operacionais operando uma frota padronizada e uma malha integrada, permitindo que a Gol continue a reduzir as tarifas nas rotas atendidas pela companhia e também adicionar novos destinos”, disse o presidente da Gol, Paulo Kakinoff, no comunicado.

As ações da companhia na Bovespa (GOLL4) fecharam o dia com valorização de 11,6%, com valor de R$ 12,51 por ação. Essa foi a maior alta registrada na Bovespa, nesta segunda-feira.