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O leilão do Aeroporto de Congonhas (e também do Santos Dumont) é um dos mais esperados de toda a rodada de concessões aeroportuárias do Governo Federal.

Não poderia ser diferente, responsável pelo 2º maior tráfego de passageiros do país, Congonhas utiliza basicamente a mesma estrutura desde a década de 90, e com resquícios do terminal dos anos 50, quando recebia o Lockheed Constellation em voos internacionais.

Logo, os investimentos no terminal serão de grande porte, apesar da limitação de espaço para a expansão, seja da pista ou do terminal de passageiros.

E de acordo com uma publicação do O Globo, com base no edital de concessão do Aeroporto de Congonhas, há alguns estudos de viabilidade de uma expansão no local.

Como podemos perceber na imagem acima, podemos ter um novo terminal criado onde hoje está localizado os hangares de manutenção e sede da GOL, de táxi aéreo, e também a parte de pátio remoto do Aeroporto de Congonhas.

Isso possibilita que o Aeroporto de Congonhas tenha 30 pontes de embarque fixas, contra 12 simultâneas do terminal atual, além dos embarques na remota, que no projeto ficará localizada onde atualmente estão hangares de empresas de taxi aéreo. Na frente do novo terminal, também haverá um novo edifício garagem, com maior capacidade para carros estacionados.

A capacidade de passageiros também salta de 17 milhões para 35 milhões de passageiros. Em 2019, o Aeroporto de Congonhas movimentou cerca de 22 milhões de passageiros.

De acordo com as estimativas, a construção do novo terminal, e também de outras adequações, pode custar R$ 3,3 bilhões para a empresa que assumir a concessão. Vale ressaltar que no momento o Governo Federal está custeando outra caríssima obra, de implementação do EMAS, que será entregue pronto para a nova administradora.

Sem o terminal atual, o Aeroporto de Congonhas precisará mudar seu foco, diminuindo o espaço do táxi aéreo e manutenção de aeronaves para aumentar o conforto do passageiro. O estudo ainda está em andamento, e pode ser alterado ao longo dos próximos meses, antes da concessão.

Via: O Globo

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