Boeing 787 Air France
Foto - Air France/Divulgação

A Air France, em mais uma ação de alteração de aeronaves, após anunciar a entrada do 777-200 em seus voos para Fortaleza, a partir de outubro, anunciou agora uma outra alteração na malha que tira de vez o A340 dessa rota, a companhia vai utilizar o novíssimo Boeing 787-9 em seus voos entre Paris e Fortaleza.

Os voos com o 787-9 pela Air France serão operados a partir de 29 de março de 2020, após o período de presença do Boeing 777-200 na alta temporada. 

“Nós queremos otimizar o uso das aeronaves dentro da malha global da Air France. E o Dreamliner é o melhor avião que nós temos agora para oferecer. Como falamos é a nova geração de aeronaves então é uma notícia muito boa para a Air France-KLM no Ceará”, disse o diretor geral do grupo Air France-KLM na América do Sul, Jean Marc Pouchol.

A Air France já operou anteriormente com o Boeing 787 no Brasil, operando voos para o Rio de Janeiro.

 

O Boeing 787 Dreamliner da Air France

787-9 da Air France

A Air France recebeu no fim de 2016 o primeiro Boeing 787-9 da sua frota.

A nova aeronave oferece muitos benefícios, como WiFi a bordo, janelas aproximadamente 30% mais largas do que em aeronaves similares e três classes para os passageiros, Business (30 assentos), Premium Economy (21 assentos) e Economy (225 assentos).

Os assentos da Premium Economy serão 2,5 cm mais largo, com almofadas mais confortáveis e parte inferior do encosto reforçada, têm mais espaço para as pernas e aumento de 5 cm entre a distância das poltronas. A estrutura de assentos será fixa, item popular ente os viajantes da companhia, que desfrutarão de melhor qualidade no sono com reclinação de 130° da poltrona, mais espaço entre assentos com apoio de braço 2,55 cm mais largo e mesa que possibilita aos passageiros manter seus livros ou tablets retos.

Por ser um Dreamliner, o primeiro 787 da Air France tem ainda outras vantagens, alinhadas com preocupações globais envolvendo sustentabilidade. O consumo de combustíveis é reduzido em 20% comparado com modelos anteriores da aeronave e há uma redução significativa nas emissões de CO2.

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