A EasyJet e a Airbus assinaram um memorando de entendimento para avaliar em conjunto o potencial de aeronaves híbridas e totalmente elétricas para voos de curta distância na Europa.

O objetivo do projeto de pesquisa é definir o que é necessário para a “introdução em larga escala” de aeronaves elétricas e como isso afetaria a “infraestrutura e as operações diárias de aeronaves comerciais”, indica a EasyJet.

O executivo-chefe Johan Lundgren afirma que, ao identificar os “desafios e requisitos técnicos detalhados” da operação de aeronaves híbridas e totalmente elétricas, a Easyjet pode “ajudar a moldar a tecnologia e as redes de companhias aéreas do futuro”.

Ele acrescenta: “Esperamos que este seja um passo importante para tornar realidade os aviões elétricos híbridos”.

A EasyJet divulgou hoje cedo planos para compensar as emissões de carbono em toda a sua rede, com efeito imediato.

O executivo-chefe da Airbus, Guillaume Faury, afirma que melhorar o desempenho ambiental dos produtos da aeronave é uma “prioridade de alto nível”.

Ele afirma que o fabricante está “desempenhando um papel de liderança, ao lado de nossos clientes, no desenvolvimento de tecnologias limpas e seguras para o futuro sustentável de nossa indústria”.


Em 2017, a EasyJet divulgou uma parceria com a start-up americana Wright Electric, que está trabalhando em um avião comercial de curta distância totalmente elétrico.

Os voos de teste com uma aeronave de nove lugares devem começar nas “próximas semanas”, disse a EasyJet.

Ele observa que a colaboração com a Wright Electric continuará junto com o projeto de pesquisa com a Airbus.