Amaro Aviation
Foto - Divulgação

A Amaro Aviation é a mais nova empresa de aviação executiva do Brasil.

Criada por um herdeiro da conhecida TAM Linhas Aéreas, a empresa vai apostar no mercado de compartilhamento de aviões e helicópteros executivos, mercado que está em alta no mundo.

Duas pessoas são responsáveis por liderar a nova empresa, que nasce com base na frota da CFly. Marcos Amaro é uma figura já conhecida na aviação brasileira, ele é filho do Rolim Amaro, fundador da TAM Táxi Aéreo e da própria companhia aérea.

A ideia de criar a Amaro Aviation partiu do próprio Marcos Amaro, quando em uma conversa com o CEO da NetJets em 2019, uma gigante norte-americana deste setor, teve um insight sobre o funcionamento deste tipo de serviço, naquela época praticamente inexistente no Brasil.

Pilatus PC-24.

Já o outro fundador, David Barioni, também já teve experiência na LATAM, onde foi CEO entre os anos de 2007 e 2009. Além disso, ele acumula experiência na aviação desde o início de 2000, participando da fundação da GOL.

A empresa começará nas próximas semanas, acompanhando uma nova norma da ANAC (Agência Nacional de Aviação Brasileira) que autoriza a operação fracional das aeronaves de responsabilidade inteira dos operadores, como a própria Amaro Aviation. Antes só era possível fazer algo parecido como pessoa física.

 

Operacional

Pilatus PC-12. Foto – Divulgação

A frota inicial aposta bastante nos aviões da Pilatus, com cinco aeronaves dos modelos PC-12 e o PC-24, sendo este último um jato executivo recém-lançado pela empresa suíça. Além disso, um helicóptero deve compor a frota da empresa no início.

Como sempre, a CFly vai fornecer os aviões para o início das operações da Amaro Aviation, e aposta na nova empresa até mesmo como sócia minoritária.

Marcos Amaro comenta que a ambição é grande. De início a empresa de compartilhamento de jatos executivos espera operar em duas bases, sendo uma fora do Brasil, na Suíça, e outra em São Paulo.

A meta é ter uma frota maior do que as atuais empresas de táxi aéreo do Brasil no futuro, apostando que o compartilhamento de aviões com até 8 pessoas pode baratear o acesso ao jato executivo para empresas e pessoas físicas.

 

Quanto custa?

A Amaro Aviation deve cobrar US$ 700 mil por ano pela cota de um PC-12, e US$ 1,8 milhões por ano para a cota de um PC-24.

Os aviões pertencem aos cotistas, ficando a Amaro Aviation apenas com a parte administrativa. Como resultado, as aeronaves não entram no balanço da empresa, e a velocidade de expansão é altíssima, visto que só depende da demanda para incorporar novos aviões.

 

Com informações de Brazil Journal.

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