MiG-29G da Luftwaffe disparando um míssil R-27R, designado AA-10 Alamo na OTAN. Foto: Michael Ammons/USAF.

A fabricante ucraniana Artem recebeu um contrato superior a US$ 200 milhões para fornecer mísseis ar-ar de médio alcance R-27 para um cliente asiático não identificado. Especula-se que o país seja a Índia ou Indonésia. 

Em comunicado, o diretor da Artem, Vladimir Zimin, disse que “a empresa recebeu um pagamento adiantado e começou a cumprir o maior contrato dos últimos 10-15 anos para o fornecimento de mísseis R-27 no valor de mais de US$ 200 milhões”. Os mísseis foram desenvolvidos pela empresa russa Vympel, mas também podem ser fabricados pela companhia ucraniana. 

Designados AA-10 Alamo pela OTAN, os mísseis R-27 formam uma família com mais de 10 variantes. Dependendo da versão, o armamento desenvolvido para abater outras aeronaves pode ser guiado por radar ativo, semi-ativo ou infravermelho. O R-27 pode ser usados nos caças da família Flanker (Sukhoi Su-27) e Fulcrum (Mikoyan-Gurevich MiG-29). Quase 30 países possuem o Alamo em seus inventários, incluindo Rússia, Peru, Venezuela, Polônia, China e Irã. 

Um Su-30MKV da Venezuela com mísseis ar-ar R-27, R-73 e R-77, bombas FAB-250 e mísseis ar-solo Kh-31. Foto via Poder Aéreo.

Via Defence Blog

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