Iêmen

No último dia 30 de dezembro de 2020, pouco antes da virada do ano, um atentado nas proximidades do Aeroporto de Aden, no Iêmen, deixou mais de 25 mortos e 60 feridos.

Na ocasião três explosões ocorreram durante uma manifestação na chegada de membros do gabinete do governo do Iêmen, que desembarcaram de um avião no aeroporto.

Os membros fazem parte de um novo governo formado no dia 18 de dezembro, e saíram ilesos do problema que ocorreu na chegada ao aeroporto. O governo do local, por sua vez, disse que o ataque foi planejado por insurgentes houthis, ou facções mercenárias, em guerra com o governo local desde 2014.

Apesar do sucesso em livrar os membros do novo governo do ataque, alguns membros da Cruz Vermelha e oficiais do governo podem estar entre os feridos e mortos no ataque.

Além disso, alguns funcionários do aeroporto e apoiadores do novo regime estão entre os feridos e mortos, de acordo com informações oficiais.

“Teria sido um desastre se o avião tivesse sido bombardeado”, disse Naguib al-Awg, ministro da comunicação do Iêmen, que estava no avião no momento do ataque ao local. De acordo com ele, os “rebeldes” chegaram a utilizar drones para atacar o avião.

“Somos solidários com as famílias das vítimas e condenamos fortemente todas as facções mercenárias por não se sentirem responsáveis pelas vidas de pessoas inocentes, esperando que elas resolvam suas contas longe das instalações civis e públicas”, disse o vice-ministro das Relações Exteriores, Hussein al Ezzat.

A ONU e o governo dos Emirados Árabes Unidos também condenaram o ataque realizado pelos houthis, movimento separatista xiita apoiado pelo Irã.

 

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