As cidades, que estão localizadas no interior amazonense, dependem do transporte aéreo para que a população evite viagens de barco que duram três dias.

A Azul manterá as rotas entre a capital Manaus e as cidades Tabatinga e Tefé, mesmo com a redução programada em sua malha de voos. Localizadas no interior do Amazonas, as duas cidades não tem ligação terrestre com a capital.

Sem o transporte aéreo, a única alternativa de deslocamento da população dessas regiões é uma viagem de barco pelo rio Amazonas ou Solimões com duração de três a quatro dias.

Com a preocupação de não desassistir as cidades remotas e longínquas de um país com dimensões continentais, a Azul manterá as duas ligações semanais para Tabatinga e Tefé com saídas de Manaus.

Operando na região com as aeronaves modelo Embraer 195, com capacidade para até 118 passageiros, entre 25 de março e 30 de abril, às segundas e quintas, a Azul continuará transportando quem mais precisa se locomover entre a capital e as duas cidades durante esse delicado período em que o país enfrenta a pandemia da COVID-19.

“Mesmo com toda a redução na malha e as dificuldades que estamos enfrentando por conta da escalada do novo coronavírus no Brasil, optamos por preservar as operações que ligam Manaus à Tefé e Tabatinga, que são duas cidades muito remotas e que precisam da opção aérea. Sabemos que, sem os voos, há a necessidade de muitas horas de barco até a capital amazonense, então o modal aéreo se torna essencial para quem precisa se deslocar entre essas regiões ou até mesmo para quem estiver em busca de atendimento médico”, ressalta Marcelo Bento Ribeiro, diretor de relações institucionais da companhia.

 

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