Azul atinge a marca de 225 voos por dia, após redução das operações na pandemia

Pela primeira vez desde 26 de março, quando a pandemia do coronavírus começou a se intensificar, a Azul atinge hoje a marca de mais de 200 voos por dia.

Serão exatos 225 voos até o fim do dia. Somando as operações em parceria com a TwoFlex, a companhia terá 255 decolagens, para 106 rotas e em 68 cidades.

Dentre as novidades da malha a partir desta segunda-feira (13/07), estão a retomada das operações em Maringá, no Paraná, João Pessoa, na Paraíba, e Alta Floresta, no Mato Grosso.

A cidade do sul do país volta a ter quatro ligações semanais com Campinas, enquanto a capital paraibana passa a ser conectada diariamente com Recife, o centro de conexões da Azul no Nordeste do país. Já Alta Floresta tem, também a partir de hoje, voos quatro vezes por semana para Cuiabá.

Além da retomada das bases, a Azul inaugura, nesta semana, os mercados Campinas-Chapecó, Recife-Teresina e Cuiabá-Campo Grande. Todos os novos voos seguirão os mesmos protocolos e medidas de higiene estabelecidos pela Azul desde o início da pandemia.

Limpeza reforçada, medidas de higiene e Tapete Azul

Desde o início da pandemia, a Azul reforçou a limpeza de suas aeronaves a cada voo e à noite, seguindo os protocolos sugeridos pela IATA. A companhia também foi a primeira do país a tornar obrigatório o uso de máscaras por funcionários e clientes, tanto a bordo quanto em solo.


Em outra iniciativa pioneira, a Azul passou a medir a temperatura dos funcionários a cada início de turno, aumentando a confiança em solo e a bordo e preservando a vida e a segurança de todos.

Tecnologia pioneira no mundo, a Azul lançou o Tapete Azul, composto por um conjunto de projetores e monitores, que, por meio de realidade aumentada, indicam ao cliente o momento certo de embarcar.

No chão, os projetores formam um tapete virtual colorido e móvel, que convida a pessoa a se posicionar na fila de acordo com seu número de assento.

A inovação vem proporcionando uma diminuição de cerca de 25% no tempo em que uma pessoa leva entre embarcar e sentar dentro do avião e, de quebra, contribui para o distanciamento social, já que os clientes convocados para o embarque ficam a quatro metros de distância entre si.

 

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