Azul

A missão da Azul se faz presente todas as vezes que um voo da companhia é utilizado para transportar um órgão para uma cidade do país.

Na semana nacional de Incentivo à Doação de Órgãos, a empresa comemora a marca de aérea que mais carrega vidas e esperança pelo Brasil. Somente no mês de agosto deste ano, a companhia transportou 350 órgãos, praticamente o número total carregado por outras empresas e por aviões oficiais.

No acumulado do ano, mais de 1500 órgãos foram transportados pelas aeronaves da Azul, oficiais e outras comerciais, o que demonstra que a companhia abraça a missão de garantir que órgãos e tecidos cheguem ao seu destino com integridade e rapidez.

Os dados do relatório do Ministério da Saúde apontam ainda para crescimentos recordes no número de doadores e, consequentemente, de órgãos transportados. Entre janeiro e junho deste ano, foram 1.765 doadores efetivos, crescimento de 7% em relação ao mesmo período de 2017, enquanto o transporte de órgãos, tecidos, itens e equipes subiu 6% no primeiro semestre de 2018 se comparado com os seis primeiros meses do ano passado.

A ampliação do transporte de órgãos por via aérea é resultado de um termo de cooperação entre a União, as companhias aéreas e a Força Aérea Brasileira. Desde que chegou ao mercado em 2008, a Azul aderiu ao acordo e se compromete em ser a ponte que une doador e receptor.

Para a diretora de aeroportos da companhia, Elisabete Antunes, o trabalho da empresa junto à Central Nacional de Transplantes está alinhado com a missão da Azul.

“Temos como missão ‘servir, servir, servir.’ Nós atendemos aos nossos Clientes, transportamos cargas, mas também temos uma oportunidade única de contribuir com a sociedade de outra forma. Levar esses órgãos é um compromisso nosso, ao qual nos dedicamos plenamente”, destaca Elisabete.

Nove em cada dez órgãos que viajam pelo céu do país são transportados em voos domésticos. A ampla participação da Azul nesse transporte tem ligação direta com a extensa malha da companhia. A empresa opera voos comerciais em cem destinos nacionais, o que permite levar órgãos e tecidos para cidades do interior onde só a Azul atua.

Elisabete Antunes destaca a importância da capilaridade da malha da empresa, mas destaca outro fator relevante para o sucesso dos transplantes que salvam vidas.

“A capilaridade da nossa malha ajuda muito, mas existe um fator humano muito importante. Todos os nossos tripulantes, que lidam diretamente com a embalagem que contém o órgão, sabem da importância e da responsabilidade desse trabalho. Eles estão sempre preocupados com o zelo desse material, para que ele possa, de fato, chegar ao seu destino final e salvar a vida de uma pessoa”, ressalta a diretora de aeroportos.

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