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B-52 pousando na Base Aérea de Barksdale. Foto: Kevin Jackson/USAF.

A Força Aérea dos Estados Unidos (USAF, na sigla em inglês) anunciará ainda este mês o vencedor que irá produzir peças sobressalentes e 592 motores de nova geração para o veterano bombardeiro B-52, em substituição aos atuais TF33. Serão destinados US $10 bilhões para o novo programa de motores.

A expectativa está em torno de três fabricantes que apresentaram as suas propostas para a USAF, entre elas está a Pratt & Whitney com o motor PW800, a Rolls-Royce com o seu motor F130, além da GE Aviation, que ofereceu o motor Passport.

Com uma frota de 74 bombardeiros B-52, o alto custo operacional para manter o bombardeiro operacional tem sido ponto chave para a sua continuidade, principalmente por se tratar de um avião com oito motores, o que necessita uma repaginada nos seus motores.

Para o início do programa, as empresas que estão competindo realizaram a criação de protótipos digitais, processo que se torna fundamental para agilizar a criação de novas tecnologias, além de diminuir drasticamente o tempo para requisitos de regulamentação.

Além da criação dos novos motores, o novo programa também visa tornar os reparos e manutenção a longo prazo menos onerosos, para que o B-52 esteja de prontidão por mais tempo para a USAF.

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