Foto - BH Airport/Divulgação

O Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, localizado em Confins, optou por adiar uma decisão importante do projeto aeroportuário, a construção da segunda pista do local.

Com uma movimentação menor de passageiros em comparação com o Aeroporto de Viracopos, outro aeroporto que é base da Azul, o Aeroporto de Confins tomou uma decisão quase semelhante, e por enquanto suspendeu qualquer tipo de obra de grande porte, após entregar um terminal novo na área doméstica e internacional.

A construção da segunda pista foi adiada por um período indeterminado, e agora pode depender mais da demanda de passageiros, e a movimentação real do terminal, do que termos do contrato realizado com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

As obras da segunda pista deveriam ser entregues pela concessionária até o final de 2020, a um custo total de R$ 800 milhões, de acordo com o contrato de concessão da área aeroportuária.

“Em razão de ausência de demanda que justifique o projeto no momento atual, o aditivo determina que a segunda pista deva ser construída e estar plenamente operacional apenas quando a demanda estiver próxima de atingir 198 mil movimentos anuais de aeronaves”, disse a BH Airport, que administra o terminal.

A construção da segunda pista é recomendável para quando o Aeroporto de Confins atingisse 198 mil pousos e decolagens em um ano, mas por enquanto o local só registra 101 mil pousos e decolagens, distante do quesito da ANAC, que estimou com otimismo o crescimento da demanda no terminal.