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Boeing 737 MAX FAA
Foto: Boeing/Divulgação

(Reuters) – A Boeing cortou a produção do jato Dreamliner e atrasou a chegada de sucessor do mini-jumbo 777, informou a companhia ao divulgar nesta quarta-feira queda de 53 por cento no lucro do terceiro trimestre, atingida pela crise em torno do avião 737 MAX.

A maior fabricante de aviões do mundo disse que também está adiando planos de aumentar produção da linha 737 em Seattle e que não atingirá o nível recorde de 57 aeronaves mensais montadas até o final de 2020, meses depois do planejado anteriormente.

Apesar dos contratempos industriais, as ações da Boeing subiam 2,85 por cento às 12h45 (horário de Brasília), pois a empresa manteve perspectiva de retorno da operação do 737 MAX no quarto trimestre, o que minimizava o anúncio do corte na produção do 787 Dreamliner e outros problemas, disse um analista.

 

A Boeing divulgou mais cedo queda do lucro operacional para 895 milhões de dólares, ou 1,45 dólar por ação, ante 1,89 bilhão, ou 3,58 dólares por papel, um ano antes. O fluxo de caixa livre ficou negativo em 2,89 bilhões de dólares no trimestre ante um número positivo de 4,10 bilhões um ano atrás.

Em teleconferência, o presidente-executivo da Boeing, Dennis Muilenburg, afirmou que espera que a compra do controle da divisão de jatos comerciais da Embraer seja concluída no início de 2020.

 

Segundo ele, a General Electric está fazendo um “bom progresso” para resolver os problemas da turbina GE9X do 777X e que a aeronave ainda está programada para um primeiro voo no início de 2020. Mas Muilenburg afirmou que agora a Boeing está considerando a primeira entrega do avião no começo de 2021.

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