E-Jet E2, a nova aposta da Embraer para o segmento de 80-140 assentos.

Depois de mudar o nome da divisão de aviação comercial da Embraer para Boeing Brasil, a fabricante norte-americana ficou devendo uma resposta somente a nova nomenclatura das aeronaves.

A expectativa era de alteração nos nomes das aeronaves, assim como a Boeing fez o MD-95 da McDonnell Douglas, e a Airbus recentemente com o CSeries da Bombardier, que virou o A220, seguindo o padrão da fabricante europeia.

Mas a assessoria de imprensa da Boeing confirmou que não há expectativas para uma mudança nome das atuais aeronaves da Embraer, da linha E-Jet. Apesar de ter informado anteriormente que anunciaria nos próximos meses outros detalhes da marca.

A manutenção dos nomes das aeronaves é algo positivo, à nível de marca, visto que os jatos da Embraer já conquistaram um grande mercado, e a linha E-Jets é conhecida em todo o mundo visto que a Embraer já produziu mais de 1500 aeronaves desse modelo, que já está na segunda geração.

A Boeing não confirmou, no entanto, se planeja continuar com a filosofia de marca da Embraer nos futuros lançamentos da fabricante, que pode contar com a participação da unidade brasileira para projetar a nova aeronave.