Bolsonaro quer melhorar e baratear a emissão de “brevês” para pilotos

Cockpit do 737 MAX 8. Foto - Boeing/Leo Dejillas

Durante a inauguração de um Hospital de Campanha em Goiás, para o combate à pandemia de COVID-19, o presidente da república Jair Bolsonaro declarou hoje (05) que está trabalhando em um projeto para melhorar e facilitar a obtenção do ‘brevê’ de pilotos.

Sem citar se essa facilitação ocorreria no processo de PP ou PC, Bolsonaro disse que há uma integração com a ANAC, para que a agência siga regulamentações e o mercado internacional.

Um desses pontos, inclusive, foi a retirada da exigência do curso de Comissário de Bordo pela ANAC, algo que ainda está em votação mas pode entrar em vigor no futuro. Em outros países, os Comissários são treinados pela própria companhia aérea, após a contratação.

“É um negócio bastante complicado, que foi complicado lá trás, para dificultar, criar dificuldade para vender facilidade, é uma boa medida que virá”, disse Jair Bolsonaro, criticando as gestões anteriores da ANAC.

Atualmente, para tirar uma carteira de PP (Piloto Privado), o aluno precisa desembolsar cerca de R$ 22000, com as várias taxas da ANAC, sendo que este valor varia de acordo com a região que o aluno cursa as suas horas de voo, 40 no mínimo.

Esta carteira não permite que o piloto voe no comando de aeronaves bimotoras, de tipo ou em voos comerciais (remunerado). A carteira apenas permite a pilotagem de um avião monomotor próprio ou alugado.

Anteriormente a ANAC já havia retirado a exigência do Curso Teórico Presencial para a formação de Piloto Privado, facilitando e simplificando a formação.


 

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