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Caças F-35 nos preparativos para decolagem a partir da Base Aérea de Amendola, Itália. Foto: RAF

Desde o dia 2 de junho está acontecendo no sudeste da Itália, um treino com caças F-35 Lightning II de três nações, a anfitriã, Itália, a Inglaterra e os EUA. Os caças stealth estão baseados na Base Aérea Amendola, base responsável pelo Grupo 13 ° do 32 ° Stormo, grupo pioneiro na Itália com caças F-35.

O exercício em conjunto serve como reflexos das operações envolvendo o caça de 5º geração. A medida que o mesmo é implantado nas força aéreas os modos de utilização dos caça vai mudando, e isso inclui desde treinos internos, passando por treinos externos em conjunto, ou até missões reais armadas. Como é o caso da RAF, EUA, e Israel que estão fazendo missões armadas no Iraque e na Síria.

Caças F-35 taxiando na Base Aérea de Amendola, Itália- Foto: RAF

Outra questão que se tem com esse exercício é a capacidade de ver as aeronaves de ambas as nações se “falarem”, umas com as outras graças ao MADL (Multi-function Advanced Data Link).

Basicamente devido de datalinks como o Link 16, o F-35 tem a capacidade de se comunicar com outras aeronaves mesmo que sejam mais antigas, aprimorando assim toda uma plataforma. Nesta comunicação é possível por exemplo o envio de dados e sensores de cada aeronave para criar uma maior Consciência Situacional.

“Estou muito feliz em receber o 617 Esquadrão da RAF para Amendola. Esta é uma excelente oportunidade para nós treinarmos juntos como parceiros e como aliados da OTAN”, diz o Coronel Davide Marzinotto Comandante da 32 Stormo.

Dois caças F-35 da RAF taxiando na Base Aérea de Amendola, Itália- Foto: RAF

A Itália e o Reino Unido foram os primeiros operadores europeus da 5ª geração do F-35 a declarar a capacidade operacional inicial, com a Força Aérea Italiana tendo alcançado este marco em novembro de 2018.

“Foi um privilégio absoluto operar ao lado da Força Aérea Italiana, um importante aliado da OTAN e amigo europeu que também opera a Lightning. A missão que voamos juntos hoje foi muito bem sucedida e prova novamente a interoperabilidade entre as nações que voam no F-35″, Comandante do Esquadrão 617, John Butcher.

 

Fontes de apoio: RAF e The Aviationist / Edição: Aeroflap

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