Piloto corre para seu caça Gripen após alerta ser acionado- Foto: Foto: Sándor Ujvári/ MTI

A Força Aérea da Hungria que por meio da OTAN em parceiro a com outros países como a Espanha e a Grã-Bretanha, lidera o patrulhamento aéreo da região do espaço aéreo da área do báltico Desde maio os pilotos húngaros estão à frente desta missão de patrulhamento e desde então já houveram foram 40 vezes que o sistema de defesa aérea acionou os caças Gripens da Hungria.

O comandante húngaro, Brigadeiro General Csaba Ugrik, que lidera o esquadrão informou que desde o vez de maio já “ocorreram 370 decolagens e mais de 400 horas de voo”.

Gripen húngaro- Foto: Sándor Ujvári/ MTI

A real missão de patrulhamento envolve, o que leva o nome da missão, ou seja patrulhar o perímetro, identificar aeronaves que estejam sem planos de voo, ou que estejam com problemas de comunicação com o controle, bem como a proteção como um todo dos países de sua população.

Constantes interceptações acontecem na região, e algumas vezes envolve aeronaves militares de outros países. Um exemplo recente disso foi a ação da RAF em dois dias que interceptou cinco aviões russos, na região do báltico.

 

Fonte de apoio: Hundary Today / Edição: Aeroflap