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Foto: Lufthansa

A EASA, Agência de Segurança da Aviação na Europa deixou de conceder autorizações e isenções para que as companhias aéreas do continente possam transportar cargas na cabine de passageiros.

A prática de ‘Preighter’ foi adotada no começo da pandemia como forma de viabilizar o transporte de cargas para ajudar no combate da Covid-19 e também uma forma de todas as empresas conseguirem retorno financeiro em razão da suspensão de voos com passageiros.

A EASA permitiu que o ‘preighter’ fosse realizado por todas as companhias aéreas logo no começo da pandemia. Agora o transporte de cargas na cabine de passageiros será encerrado em razão da isenção ter se encerrado no mês de julho.

A agência reguladora da aviação na Europa disse que as condições atuais não se fazem mais necessárias para uma isenção desse tipo principalmente em razão da crescente conversão de aeronaves de passageiros em cargas P2F.

“As isenções não serão estendidas além da validade atual de 31 de julho de 2022. O mesmo se aplica às aprovações existentes que foram concedidas com base no uso do Desvio no transporte de carga em compartimentos de passageiros”, disse a EASA.

“A capacidade de carga nos porões de aeronaves de passageiros deverá aumentar até o verão de 2022, reduzindo assim a pressão na cadeia logística”, completou a agência.

A isenção para as companhias aéreas europeias foi estendido até julho desse ano, diferentemente da FAA que limitou até janeiro a isenção para as empresas aéreas americanas.

A China mudou suas regras para o transporte na cabine de passageiros, permitindo somente suprimentos relacionados diretamente em ajuda à pandemia.

 

 

Com informações da Air Cargo News