Conheça o perfil das vitoriosas da Azul Linhas Aéreas que superaram o câncer de mama

Simone Oliveira da Rosa, mora em Porto Alegre

Simone Oliveira da Rosa, agente de aeroporto, é a mais nova vitoriosa que compõe o time de 2018. Ela descobriu a doença em março do ano passado, com 39 anos de idade, de uma maneira inesperada: foi colocar uma blusinha e quando passou a mão na parte amassada, sentiu um pequeno caroço.

Logo no dia seguinte, Simone foi ao hospital e passou por todos os exames. Uma semana depois, o resultado. Logo começou o tratamento, seguindo à risca. Antes da cirurgia, fez seis meses de quimioterapia. Hoje, Simone se encontra em fase final de tratamento e conta que reagiu muito bem, sentindo poucos efeitos colaterais.

“Apesar do susto no dia do diagnóstico, fiquei bastante tranquila. Nunca passou pela minha cabeça que eu iria morrer. Acredito que essa tranquilidade veio porque tenho uma filha de 10 anos e eu precisava ser forte por ela. O apoio do meu companheiro, da minha família e dos meus colegas foram fundamentais, principalmente nos momentos mais difíceis do tratamento”.

 

Marcia Lima da Cruz, mora em São Paulo

Marcia Lima da Cruz, comissária, é outra guerreira que compõe o time das vitoriosas da Azul. Ela descobriu a doença em julho 2016, no seu aniversário de 38 anos. Estava em Fortaleza com sua família comemorando a data especial, quando ao colocar o biquíni, percebeu um nódulo na região da axila. Logo procurou um médico e passou por uma bateria de exames.

Alguns dias depois, o diagnóstico. “Já tive casos de câncer na família, mas quando ouvi o meu, perdi o chão”, afirma Márcia. Antes da cirurgia, fez 4 meses de quimioterapia. Nesse tempo, o seu cabelo começou a cair muito, mas mesmo assim, não conseguia cortá-lo, pois achava que estava perdendo sua personalidade. E


m abril do ano passado, Márcia fez a cirurgia. Após a cirurgia, não precisou de nenhum tratamento, apenas acompanhamento psicológico. “Independentemente de a pessoa sobreviver ou não, todas as mulheres que passam por essa doença são vitoriosas. Sou grata por todos que me deram força e apoio durante o tratamento, família, amigos e Tripulantes da Azul que me visitaram e passaram mensagens de apoio”.

 

Cleonice Antunes Quaresma, mora em São Paulo
A história de Cleonice Antunes Quaresma, de 42 anos, guarda algumas semelhanças e diferenças se comparada a das demais vitoriosas da Azul. Assim como as outras mulheres, Cleonice, diagnosticada com câncer de mama em 2011 através de um exame de rotina, passou por uma cirurgia para a retirada de um nódulo e foi submetida a sessões de quimio e radioterapia.

A diferença, porém, é que a doença voltou a afligir a agente de suporte de cargas da Azul em 2015. Dessa vez, Cleonice precisou fazer a mastectomia e teve que realizar novamente o tratamento de quimioterapia e de radio. Em janeiro de 2016, nossa vitoriosa voltou ao trabalho e, em maio deste ano, ela fez a cirurgia para reconstruir a mama esquerda.

Cleo conta que quando descobriu o câncer pela primeira vez pensava que iria morrer: “Pra mim foi um susto, aos 36 anos, nunca tive caso de câncer na família, nem nada. Até que um dia fui fazer exames por precaução e saí de lá com pré-diagnóstico de câncer. Foi tudo muito assustador. Eu pensei que iria morrer, mas continuei saindo, viajando, estando com família e amigos e isso fez muita diferença. Pude assim ajudar outras pessoas que estavam se afundando.”

 

Mônica Franceschini, mora em São Paulo

Mônica Franceschini, despachante operacional de voo (DOV), é mais uma das nossas vitoriosas. Ela descobriu a doença no autoexame em maio de 2013. No dia seguinte já estava passando em consulta e em poucos dias, o resultado já estava em mãos.

Em agosto, Mônica estava na mesa de cirurgia para retirar o nódulo. Ela ainda aproveitou o momento para fazer a reconstrução da mama. Mônica não precisou realizar o tratamento de quimioterapia e radioterapia.

Hoje, o seu único tratamento é o remédio via oral para garantir a cura do câncer.  Apesar de nunca ter caso na família, sempre fazer os seus exames periódicos de rotina e ter um estilo de vida saudável, não a livraram da doença.

“Quando descobri, fiquei muito triste. Pensei que iria desmoronar. Mas, depois veio uma força dentro de mim e decidi que iria lutar até o final. Acreditei que tudo ia dar certo e, deu”.

 

Jussara Fátima da Silva, mora em Minas Gerais
Graças ao apoio da família e dos amigos do trabalho, Jussara Fátima da Silva também manteve a cabeça erguida para enfrentar o câncer de mama. Jussara, que trabalha na Azul como coordenadora de segurança do trabalho no hangar da Pampulha desde 2006,  descobriu a doença aos 40 anos no primeiro exame de mamografia.

Nossa tripulante de Minas Gerais passou pelo tratamento com sessões de quimio e radioterapia, além de tomar remédio por cinco anos e realizar acompanhamentos frequentes com o oncologista. Sete anos após ter descoberto a doença, Jussara está curada e entrou para o time de vitoriosas da Azul.

A palavra de ordem que ela sugere para mulheres que acabaram de descobrir o câncer é reação: “A vida é uma caixinha de surpresa, todo dia que a gente acorda e abre essa caixinha a gente pode ver flores ou espinhos. Quando vemos flores, temos que aproveitar todos os segundos de felicidade. Quando vemos espinhos, temos que erguer a cabeça e ver que temos todas as ferramentas para vencer essa batalha. No meu caso, eu vi que tinha médicos bons me acompanhando, tinha minhas filhas, além de ter descoberto o câncer no início. Usei tudo isso a meu favor.”

 

Maria de Cassia de Oliveira Conceição, mora em São Paulo
Maria de Cassia de Oliveira Conceição, de 42 anos, soube que tinha câncer de mama em maio de 2014. Ela descobriu a doença através do autoexame, mas a confirmação do diagnóstico aconteceu justamente em um dia que deveria ser de festa: o aniversário dela.

Mesmo abalada pela notícia, Maria de Cassia seguiu o tratamento à risca. Ela passou por cinco cirurgias, a última, no fim do ano passado, para a reconstrução da aureola da mama. Enquanto atravessa o tratamento e se recupera do câncer, nossa vitoriosa, que trabalha no call center da companhia em São Paulo, afirma que encarar o problema de frente tem sido a melhor solução:

“Meu mundo caiu. Lembro que no dia que fiquei sabendo tudo foi muito difícil, mas passou. Depois que eu analisei a situação e conversei com Deus, eu entendi que era preciso passar por isso. Aceitando a situação, as coisas ficaram mais fáceis de encarar. Não adianta se questionar porque não vai resolver.”

 

Claudia Correia Fernandes, mora em São Paulo
Diretora de Marketing, Comunicação e Marca da Azul, Claudia Fernandes também venceu o câncer de mama. Em 2005, em um exame de rotina, Claudia foi comunicada de que tinha microcalcificações na mama.

Ela fez acompanhamentos periódicos até que, dez anos depois, as microcalcificações evoluíram e o médico sugeriu, por prevenção, um procedimento cirúrgico. Durante a cirurgia, o especialista diagnosticou um câncer de mama encapsulado.

“Eu fui para a cirurgia para fazer uma prevenção e saí dela com diagnóstico de câncer de mama, que foi devidamente tratado e curado”, recorda Claudia.

Hoje, a diretora de Comunicação da companhia toma remédios e faz consultas periódicas. Para Claudia, a prudência é fundamental para um tratamento eficaz: “Eu sou o verdadeiro exemplo de que a prevenção é igual a cura, porque eu realmente preveni a doença em um estágio inicial.” 

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