EasyJet garante empréstimo de 600 milhões de libras para desafogar a empresa

Foto - Divulgação A320neo EasyJet

Após o fundador expressar sua frustração com as finanças, a EasyJet conseguiu um empréstimo de £ 600 milhões (US$ 740 milhões).

O dinheiro será entregue pelo fundo de emergência de coronavírus do Tesouro e do Banco da Inglaterra. Isso é para apoiar a companhia sediada no Reino Unido, enquanto sua frota está 100% sem uso até pelo menos até junho.

A confirmação do empréstimo ocorre no momento em que o maior acionista da EasyJet, Sir Stelios Haji-Ioannou, compartilhou que sua companhia aérea ficará sem dinheiro até o próximo ano.

O Executivo relata que além desses fundos, a companhia está buscando outros US$ 500 milhões de credores comerciais para garantir que as metas de liquidez sejam cumpridas.

Ao contrário da iniciativa de resgate geral dos Estados Unidos, o governo do Reino Unido está revendo o apoio financeiro caso a caso. Portanto, a easyJet conseguiu marcar alguns requisitos para receber um empréstimo tão substancial.

“Continuamos absolutamente focados em garantir o futuro a longo prazo da companhia aérea, reduzindo nossos custos e preservando empregos, para garantir que a EasyJet esteja na melhor posição para retomar o voo depois que a pandemia terminar”, disse o executivo.

O executivo continuou afirmando que a salvaguarda da liquidez de curto prazo da EasyJet é sua prioridade atual, caso haja um prolongamento do aterramento de sua frota. Além disso, Lundgren compartilhou que a empresa chegou a acordos com sindicatos que envolvem 4000 pilotos e tripulantes no Reino Unido.


No mês passado, Sir Stellios recebeu US$ 74 milhões, de um total de US$ 210 milhões em dividendos. No entanto, como ele pretende rescindir o contrato da Airbus de 4,5 bilhões de libras, ele não injetará nenhum novo patrimônio na EasyJet enquanto a responsabilidade com o fabricante ainda estiver em vigor.

O empresário chegou a dizer que, se o contrato for cancelado, a EasyJet nem precisaria de empréstimos dos contribuintes. Além disso, ele disse que a empresa teria uma chance melhor de sobreviver e prosperar no futuro, com outro plano de ação.

 

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