Bombardier Q400 Nella
Foto: Bombardier/Divulgação

Neste último sábado (13/11) o CEO da Nella Airlines, Mauricio Souza, realizou uma live no perfil da companhia no Instagram (@voe_nella), divulgando novidades sobre a companhia que promete estrear voos no mercado de aviação brasileiro.

Mauricio divulgou que a Nella firmou uma parceria com a NAG, uma empresa da Irlanda, para fornecer aviões turboélice Q400 novos para a companhia aérea, mesmo que a aeronave não seja mais fabricada pela De Havilland Canada.

Anteriormente em uma entrevista ao Portal Aeroflap Mauricio Souza havia afirmado que a aérea novata tinha interesse em operar com aviões turboélice da ATR, inclusive indicando que o primeiro avião já poderia estar no Brasil, na época (início de 2021).

Depois a companhia prometeu trazer em agosto deste ano aviões Airbus A320 e em setembro aeronaves Boeing 777, afirmando que a incorporação de turboélices aconteceria depois da entrada dos primeiros jatos.

Apesar de falar em operação com o Airbus A320 e o Q400, a Nella divulga imagens com o Boeing 737 e o ATR 42.

Apesar da mudança de planejamento, você pode conferir essa entrevista Clicando Aqui.

O processo de certificação da aérea foi iniciado pela companhia em meados de junho, em uma reunião do diretor de operações, John Long, com representantes da ANAC, e a entrega dos manuais para a avaliação foi realizada no dia 02 de julho. Após todo esse processo de certificação na ANAC, a companhia só pode iniciar as suas operações quando receber a Outorga da Concessão pelo Governo Federal, que permite vender assentos em seus voos regulares.

No meio tempo o Grupo responsável pela Nella Airlines adquiriu por US$ 50 milhões a Amaszonas, da Bolívia, que já está operando voos para o Brasil com aviões Embraer E-Jet. A Albatros Airlines da Venezuela também foi adquirida pela Nella neste meio tempo.

A operação do turboélice Dash 8 Q400 é curiosa, visto que não Brasil não há tripulantes treinados para a aeronave, centro de treinamento ou manutenção e apoio especial para a operação deste modelo, visto que maioria das companhias optam pelo ATR.

 

Via: Revista Piloto Ribeirão Preto

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