Embraer

A OGMA, uma empresa do Grupo Embraer, assinou hoje, 19 de novembro, um novo contrato com a Pratt & Whitney que reforça a colaboração entre as duas empresas, iniciada há um ano. Este acordo, assinado na presença do Primeiro-ministro, Antônio Costa, garante que Portugal assegurará a manutenção do motor PW1900G das aeronaves Embraer E190-E2 e E195-E2.

Em novembro de 2020, a OGMA foi anunciada como um centro de manutenção autorizado para a Pratt & Whitney, um dos maiores fabricantes mundiais de motores aeronáuticos. Nessa altura, foi formalizado um acordo que permitiu à empresa portuguesa desenvolver competência para assegurar a manutenção do motor Pratt & Whitney GTF™ PW1100G-JM. Este ano, essa capacidade passa a incluir o motor PW1900G.

Este foi o culminar de um projeto desenvolvido pela OGMA, com o apoio da Embraer, que permitiu à empresa expandir o seu âmbito de atividade na área da manutenção de motores, marcando a entrada da área de manutenção, reparação e revisão da Pratt & Whitney em Portugal.

Ao longo do projeto, com um maior impacto entre 2022 e 2023, espera-se a criação de cerca de 300 empregos diretos altamente qualificados. Com este novo contrato, a partir de 2027, é prevista a criação de cerca de mais 200 postos de trabalho.

A OGMA investe um total de 80 milhões de euros nesta colaboração, principalmente nos primeiros quatro anos do projeto, numa etapa estratégica que permitirá à empresa alargar o seu âmbito de atividade na área da manutenção de motores, captar novos negócios nas próximas décadas e triplicar o volume de negócios, atingindo os 600 milhões de euros por ano. Durante o período de 30 anos da vigência do contrato entre a OGMA e a P&W, prevê-Pratt & Whitneyse um volume de negócios superior a 13 mil milhões de euros.

Os motores GTF da Pratt & Whitney constituem uma nova geração de motores turbofan de alto bypass, que começaram a operar em 2016, permitindo operações com redução de até 16% no consumo de combustível, até 75% de redução nas emissões de ruído e até 50% de redução nas emissões regulamentadas em comparação com a geração anterior de motores.

Via: Embraer 

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