A Boeing quase registrou no Paris Airshow apenas 47 encomendas e intenções de compra, isso só não ocorreu por um acordo da empresa com o Grupo IAG, onde a Boeing assinou uma intenção de compra para 200 aviões 737 MAX.

O pivô da crise com o 737 MAX parece que não atrapalhou as vendas, no entanto, a Airbus também estava registrando um momento ruim antes do Paris Airshow, com um saldo negativo de aproximadamente 55 aeronaves no registro de encomendas de 2019.

Enquanto isso, a Embraer registrou 78 encomendas para as suas aeronaves, destacando um pedido da KLM para até 35 aviões E195-E2 da empresa, que está começando a fazer sucesso no mercado de aeronaves com até 150 assentos.

Boeing e Embraer vivem em um momento de joint-venture, no setor de aviação comercial.

Sem a encomenda do Grupo IAG, a Boeing terminaria o Paris Airshow com apenas 47 pedidos firmes e intenções de compra, um desempenho bastante abaixo do apresentado pela fabricante norte-americana durante eventos nos últimos anos.

Foram 866 encomendas no total, sendo que a Airbus conseguiu 383 pedidos firmes e intenções de compra.