Esquadrão Harpia atua nas aldeias indígenas em apoio à Operação COVID-19

O Sétimo Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (7º/8º GAV) – Esquadrão Harpia, sediado na Ala 8, em Manaus (AM), atuou juntamente com a Equipe de Expedicionários da Saúde, em uma missão de apoio à Operação COVID-19.

A ação aconteceu no mês de julho, no interior do Amazonas, onde foram transportados suprimentos e EPIs, além de prestadas orientações às comunidades indígenas.

As missões foram coordenadas pelo Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), junto ao Centro de Operações Conjuntas (COC) do Ministério da Defesa, em apoio ao Ministério da Saúde.

As tripulações, a bordo da aeronave H-60 Black Hawk, atuaram em sete aldeias de quatro diferentes etnias indígenas, sendo elas: Marubo, Matis, Kanamary e Tsohom Djapá.

Ao todo, foram transportadas mais de seis toneladas de cargas, desde equipamentos básicos de proteção individual (máscaras e álcool em gel) até geradores e cilindros de oxigênio com a finalidade de proporcionar a devida proteção à população indígena local contra o novo Coronavírus.

A equipe técnica levada pelo Esquadrão faz parte do Distrito Sanitário Especial Indígena do Vale do Javari (DSEI-VJ) e ficou responsável por ensinar os indígenas como utilizar os EPIs, identificar os primeiros sintomas e também agir para atenuar a proliferação da doença. Toda a logística teve como ponto estratégico as regiões de Tabatinga (AM) e de Cruzeiro do Sul (AC).

O Comandante do Esquadrão Harpia, Tenente-Coronel Aviador Leonardo Ell Pereira, ressaltou a relevância da missão. “Nossa operação tem um elevado grau de importância, pois podemos contribuir para a integração do território nacional, bem como auxiliar essas comunidades mais isoladas no combate à COVID-19”, disse.


A Tenente Aviadora Mariana de Bustamante Fontes, que atua no Esquadrão Harpia, comentou a satisfação em cumprir a missão. “Pertencer a um Esquadrão que utiliza sua versatilidade em prol das nossas comunidades nativas é muito gratificante”, salienta.

Já a Sargento Nayla Giordany de Souza Almeida, tripulante do H-60, descreve o significado de fazer parte da Operação. “É algo indescritível que me estimula cada vez mais a querer sempre ajudar o próximo em nome da Força Aérea”, finaliza.

 

Via – Força Aérea Brasileira 

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