Esquadrão Rumba treina Oficiais da Marinha do Brasil

O Primeiro Esquadrão do Quinto Grupo de Aviação (1º/5º GAV) – Esquadrão Rumba, sediado em Parnamirim (RN), realizou o primeiro voo dos Oficiais da Marinha do Brasil que estão fazendo o Curso de Especialização Operacional da Aviação de Transporte (CEO-TR), em conjunto com os demais estagiários egressos da Academia da Força Aérea (AFA). A atividade ocorreu no dia 18 de maio.

O Capitão de Corveta Thiago Mendes Franco e o Capitão-Tenente Caio Cardinot da Costa farão o curso completo da aeronave C-95M Bandeirante, ministrado pelos instrutores do Esquadrão Rumba. O objetivo é que a instrução dê prosseguimento à formação dos Oficiais Aviadores Navais, os quais vão compor o efetivo do 1º Esquadrão de Aviões de Transporte da Marinha do Brasil (EsqdVE-1), com previsão de criação em 2021.

Além de aprenderem como empregar um vetor da aviação multimotor, os estagiários da Marinha do Brasil também realizarão o intercâmbio de conhecimento e doutrina de funcionamento de um Esquadrão de Transporte Aéreo na Força Aérea Brasileira.

“Realizamos hoje o primeiro voo do CEO-TR. Os conhecimentos que adquiriremos durante este ano, no 1º/5º GAV, serão essenciais para implantação do novo Esquadrão de Transporte da Marinha do Brasil. Em dezembro, após aproximadamente 100 horas de voo na aeronave C-95 Bandeirante, estou certo de que levaremos conosco a experiência operativa e a doutrina de voo obtida com os instrutores do Rumba e, com isso, contribuir para os dois principais pilares na formação de um novo Esquadrão Aéreo: segurança e eficiência”, relatou o Capitão de Corveta Thiago Mendes.

Nesta primeira fase do curso, os Oficiais se adaptam a pilotagem do novo avião em diversas situações e exercícios. Após isso, darão continuidade ao curso realizando as fases de Voo por Instrumentos, Navegação e Voo de Formatura.

O Comandante do 1º/5º GAV, Tenente-Coronel Aviador Ailton David Cabral Júnior, destacou que é um orgulho para o Esquadrão Rumba retomar a interoperabilidade com a Marinha do Brasil.

“Podemos contribuir para a formação dos novos pilotos da aviação multimotor desta Força Irmã”, afirmou.


 

Via – FAB

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