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Um porta-voz do presidência dos EUA informou que o país não vai exigir que os passageiros tenham aplicativos do passaporte de saúde para comprovem a vacinação contra a Covid-19.

Ainda segundo o porta-voz, Jen Psaki do governo durante uma entrevista coletiva, descartou qualquer tipo de comprovação da vacinação para viajantes. 

“O governo não está e nem apoiaremos um sistema que exige que os americanos portem uma credencial. Não haverá banco de dados federal de vacinações, nem mandato federal exigindo que todos obtenham uma única credencial de vacinação.” Disse Jen Psaki.

Segundo Psaki, há uma preocupação do governo dos EUA quanto a privacidade dos dados dos passageiros, segundo ele o governo de Joe Biden irá respeitar a privacidade dos mesmos.  

“Nosso interesse é muito simples – a privacidade e os direitos dos americanos devem ser protegidos e para que esses sistemas não sejam usados ​​contra as pessoas de forma injusta”, completou.

A declaração de Jen Psaki acontece em um momento onde está surgindo uma nova ferramenta criada por algumas empresas como a Boeing, a IATA e a Airlines for América(A4A) para ajudar no controle de passageiros e evitar um contagio maior da Covid-19 em viagens. 

Essa nova ferramenta visa cooperar para que as viagens se tornem ainda mais seguras e principalmente possam rastrear possíveis pessoas contaminadas entrando e saindo dos países. 

O passaporte de saúde inclui os dados sobre o passageiro, sobre a viagem que irá fazer, quais as exigências e recomendações do país além dos dados sobre quando e qual vacina foi aplicada.

Atualmente cerca de 5 companhias aéreas estão utilizando o IATA Travel, para testar o funcionamento do aplicativo. As empresas são a Singapore Airlines, Iberia, Copa Airlines e Emirates. Na semana passada, a Iberia utilizou pela primeira vez o aplicado em uma viagem da Europa para a América do Sul, onde nenhuma companhia aérea utiliza o aplicativo em seus voos.